"As pessoas terão mais dinheiro no bolso. Estado vai ser menos glutão"
O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse na quarta-feira que as pessoas vão ter mais dinheiro no bolso, em resultado do seu trabalho, e que o Estado será "menos glutão".
"As pessoas terão mais dinheiro no bolso, que vem do seu trabalho. O Estado vai ser menos glutão" , disse Leitão Amaro, em declarações à SIC Notícias .
Leitão Amaro garantiu ainda que o Governo está a tomar decisões que farão com que, nos próximos meses, "as pessoas recebam mais no salário líquido e os pensionistas tenham um suplemento extraordinário ".
Aliás, estas duas medidas deverão mesmo ser concretizadas hoje em Conselho de Ministros , de acordo coma indicação deixada pelo Governo na semana passada.
Segundo o governante, estas verbas existem porque a economia portuguesa "cresceu" e as contas públicas "estão muito equilibradas ".
O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, reconheceu que os preços dos combustíveis estão "muito altos" em Portugal, mas garantiu que permanecem ligeiramente abaixo da média europeia. O governante justificou ainda a diferença face a Espanha com as opções orçamentais do Governo.
O primeiro-ministro afirmou hoje que Portugal vai "a caminho do quarto superávit consecutivo" e defendeu que as contas públicas equilibradas "são a melhor garantia" para a sustentabilidade a médio e longo prazo.
Luís Montenegro participou hoje na abertura da conferência europeia da economia alemã (promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã), em Lisboa, em que esteve também o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
O primeiro-ministro afirmou hoje que Portugal vai "a caminho do quarto superávit consecutivo" e defendeu que as contas públicas equilibradas "são a melhor garantia" para a sustentabilidade a médio e longo prazo.
"Vamos a caminho do nosso quarto superávite consecutivo", afirmou o primeiro-ministro, uma semana depois de o ministro das Finanças ter assegurado que o objetivo será ter no final do ano, pelo menos, um saldo orçamental nulo.
Perante uma audiência de cerca de 250 participantes, Montenegro destacou que, logo a seguir a esta conferência, irá presidir ao Conselho de Ministros que vai aprovar "a quinta descida do IRS", já anunciada na semana passada.
"É a quinta vez em 2,5 anos que nós baixamos os impostos sobre rendimento do trabalho, em particular da classe média", afirmou.
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