domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Manifestantes pelo direito à habitação mantêm acampamentos em Lisboa e Porto› Manifestantes no Porto querem contatos por e-mail e não individualmente› Golo de penálti Gonçalo Ramos ajuda AC Milan, de Amorim, a vencer Atalanta› Lei das rendas. Ventura ameaça romper acordo com o Governo› Atuação da polícia no Porto. Provedora de Justiça pede esclarecimentos à PSP› Nuno Mendes lesionado na perna esquerda e desfalca PSG na próximas semanas› GNR resgata cobra "presa numa rede de proteção" em Ponte de Lima› Protesto em Lisboa com menos manifestantes mas número de tendas aumenta› Taça de Portugal. Estoril Praia salva-se nos penáltis contra o Salgueiros› Acampamento no Rossio. Manifestantes de Lisboa decidem continuar o protesto› Manifestantes pelo direito à habitação mantêm acampamentos em Lisboa e Porto› Manifestantes no Porto querem contatos por e-mail e não individualmente› Golo de penálti Gonçalo Ramos ajuda AC Milan, de Amorim, a vencer Atalanta› Lei das rendas. Ventura ameaça romper acordo com o Governo› Atuação da polícia no Porto. Provedora de Justiça pede esclarecimentos à PSP› Nuno Mendes lesionado na perna esquerda e desfalca PSG na próximas semanas› GNR resgata cobra "presa numa rede de proteção" em Ponte de Lima› Protesto em Lisboa com menos manifestantes mas número de tendas aumenta› Taça de Portugal. Estoril Praia salva-se nos penáltis contra o Salgueiros› Acampamento no Rossio. Manifestantes de Lisboa decidem continuar o protesto
Últimas

MP acusa Rui Cristina de discriminação e incitamento ao ódio

Observador ·
MP acusa Rui Cristina de discriminação e incitamento ao ódio

O Ministério Público (MP) acusou o presidente da Câmara de Albufeira, Rui Cristina (Chega), de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, por declarações proferidas numa Assembleia Municipal, revelou esta segunda-feira a Procuradoria Regional de Évora.

Segundo uma nota publicada no portal da Procuradoria-Geral Regional de Évora, os factos ocorreram durante a Assembleia Municipal realizada em 26 de novembro de 2025, quando estava em discussão uma questão relacionada com habitação e terrenos municipais naquele concelho do distrito de Faro.

De acordo com o Ministério Público, Rui Cristina, na qualidade de presidente da Câmara de Albufeira, cargo para o qual foi eleito em outubro de 2025 pelo partido Chega, afirmou que, “ por sua opção, o município não iria gastar dinheiro, no âmbito da habitação, com um determinado grupo de cidadãos locais pertencentes a determinada etnia minoritária “.

As declarações, segundo a acusação, colocaram esse grupo em posição secundária face aos restantes cidadãos residentes no concelho na satisfação das necessidades habitacionais, “justificando tal entendimento com a afirmação de que aquele grupo minoritário não paga impostos”.

O Ministério Público sustenta que o autarca “ agiu com o intuito de ofender a honra e consideração ” das pessoas pertencentes àquela comunidade étnica, imputando-lhes genericamente uma fuga às responsabilidades fiscais e procurando inferiorizá-las e discriminá-las no acesso à habitação.

A acusação considera ainda que as declarações foram proferidas com o propósito de estimular um sentimento de aversão e ódio contra aquela comunidade.

A intervenção do presidente da Câmara foi transmitida em direto pelo próprio município através do canal da autarquia no YouTube e, posteriormente, divulgada nas redes sociais de Rui Cristina e em grupos associados à sua atividade político-partidária.

O processo incluiu também a investigação de imputações feitas pelo arguido a uma deputada municipal , a quem teria atribuído a prática dos crimes de denúncia caluniosa e difamação agravada.

Nesse segmento, o Ministério Público determinou o arquivamento do processo, “por ter reunido prova indiciária suficiente de que a denúncia apresentada pela deputada municipal se encontrava sustentada em factos verídicos e tinha sido feita com o objetivo de motivar uma investigação do Ministério Público”, lê-se na nota da Procuradoria.

Em caso de condenação, o Ministério Público pediu ainda ao tribunal que determine a eliminação dos conteúdos divulgados em plataformas informáticas.

Decorre agora o prazo para um eventual pedido de abertura de instrução e, caso não seja requerida, o processo seguirá para julgamento, em processo comum, perante um tribunal coletivo, conclui a Procuradoria-Geral Regional de Évora.

A Lusa tentou obter um comentário do presidente da Câmara de Albufeira à decisão do Ministério Público, tendo o autarca informado por mensagem que se encontrava em reunião de Câmara.

Em março passado, a Câmara de Albufeira recusou em comunicado que o presidente do município discrimine “ positiva ou negativamente qualquer grupo ou etnia ou qualquer outro em detrimento de outros, o que seria ilegal “, assegura

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›