Shortlist: Prada reinventa a sua casa em Milão, relógios em miniatura e um livro de Nadal
A Shortlist desta semana começa em Milão, onde a Prada reúne moda, gastronomia, arquivo e cultura na Galleria Vittorio Emanuele II, passa depois pela joalharia de Carolina Bucci e pela nova Lady B da Blancpain.
Em Portugal, há um campo de golfe renovado em Monte Rei, uma nova carta centrada na origem das carnes n’O Talho, de Kiko Martins, e, por fim, uma visita aos arquivos privados da família Nadal, ponto de partida para uma nova biografia visual do antigo tenista espanhol.
1.
Prada transforma a sua morada histórica em Milão Marchesi 1824 ocupa um dos pisos da Galeria Prada em Milão A Prada regressa ao lugar onde começou a construir a sua marca em 1913 para apresentar um dos seus projetos mais ambiciosos em Milão.
A Prada Galleria ocupa oito pisos da Galleria Vittorio Emanuele II e reúne loja, hospitality , arte e história, transformando a morada histórica da casa italiana num espaço dedicado às diferentes dimensões da marca.
Sob a direção de Miuccia Prada, o projeto liga dois lados do octógono central da galeria através de uma nova passagem subterrânea e reúne as boutiques Prada Donna e Uomo, a histórica pastelaria Marchesi 1824 e o Osservatorio Fondazione Prada.
Segundo a Travel + Leisure, a ligação, denominada Passaggio Segreto, permite circular entre as duas lojas através de um percurso que recupera elementos da história do design da casa.
No piano nobile, o andar mais importante, encontra-se a Pradasphere, agora convertida numa exposição permanente dedicada ao percurso da Prada, da fundação da casa ao presente.
O complexo inclui ainda novos pisos reservados a compras por convite, o Studio, e hospitalidade privada, o Appartamento.
Studio, destinado às vendas privadas na Galeria Prada 2.
Carolina Bucci dá ao ouro a aparência do tempo Everyday, uma das coleções de Carolina Bucci A designer de joias Carolina Bucci acrescenta à sua coleção a EveryDay, uma pulseira entrançada produzida à mão em ouro de 18 quilates no seu atelier em Florença.
A peça recupera a linguagem da coleção Lucky, construída em torno da ideia de desejos pessoais, mas introduz um novo acabamento que procura dar ao ouro a aparência de uma peça usada ao longo de anos.
A inspiração é pessoal.
Carolina Bucci partiu do seu próprio Audemars Piguet Royal Oak dos anos 1980, um relógio cuja superfície adquiriu, ao longo de décadas, marcas de utilização e uma pátina própria.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.