8h. Engenharia Aeroespacial na UP tem a média mais alta
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Oito horas. Está a começar o Jornal das 8 com edição do Vasco Maldonado Correia. Vasco, bom dia. Já são conhecidas as colocações para o ensino superior. Foram colocados cerca de 50 mil alunos nesta primeira fase. O curso com a média mais alta volta a ser o de Engenharia Aeroespacial na Universidade do Porto.
Já pelo terceiro ano consecutivo, as 30 vagas para esta licenciatura estão ocupadas. A nota mínima de acesso foi de 19,5 valores. Mais de metade dos alunos entrou na primeira opção que escolheu. A divulgação das colocações estava prevista para a próxima noite, mas a informação acabou por ser posta a circular nas redes sociais. No site do Observador, está neste momento disponível uma tabela interativa em manchete, em que pode consultar a nota do último colocado para cada curso, assim como o número de colocados e as vagas que ainda sobram.
E ficam por preencher 6 mil vagas para a segunda fase do concurso de acesso ao ensino superior.
Uma descida de mais de 40% em relação ao ano passado. As vagas estão destinadas a quem fez exames na segunda fase ou só agora reúne as condições para concorrer à universidade, sendo que este ano há uma novidade: a segunda fase também vai abranger os alunos que concorrem à época extraordinária de exames. A segunda fase do concurso decorre entre 24 de agosto e 20 de setembro. Já a divulgação dos resultados está prevista para dia 30 do próximo mês.
E o ministro da Administração Interna estava obrigado a declarar os dois carros da mulher à Entidade para a Transparência, mas, Vasco, nunca o fez.
Como confirmou o Observador após a consulta das declarações de rendimentos de Luís Neves, ao contrário do que o ministro alegou para justificar essa omissão, o valor dos automóveis não interfere com a obrigação de os declarar. A lei obriga os políticos e titulares de altos cargos públicos a declarar todos os ativos patrimoniais, incluindo veículos automóveis, dos quais sejam titulares ou cotitulares. Ora, Luís Neves está casado em regime de comunhão de adquiridos e, por isso, estava obrigado a registar ambos os carros da mulher, um Ford Focus e um Nissan Qashqai, à Entidade para a Transparência. Questionado pelo Observador sobre a interpretação que Luís Neves faz desta lei, fonte oficial do gabinete do ministro da Administração Interna garante que não vai prestar mais esclarecimentos sobre o assunto.
E o Chega apresentou um projeto de resolução a exigir a exoneração do ministro Luís Neves.
Numa iniciativa parlamentar entregue hoje à Assembleia da República, o partido recomenda ao primeiro-ministro a saída de Luís Neves do cargo de ministro para salvaguardar o prestígio e o regular funcionamento das instituições. No documento, o Chega afirma que a continuidade de Luís Neves no Executivo é insustentável perante indícios de irregularidades no cumprimento das obrigações legais e na gestão dos dinheiros públicos. O partido de André Ventura cita as auditorias do Tribunal de Contas aos anos em que Luís Neves foi diretor da Polícia Judiciária.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.