"Futuras reformas: Não vale a pena estarmos a querer o céu e a terra"
"T udo que seja criativo é bom para a Segurança Social(SS) e é de apoiar, como pedir factura para poupar para a reforma. O grupo de trabalho liderado por Jorge Bravo propõe soluções híbridas de desconto por compras e devolução do IVA. Governo promete contas-poupança isentas de impostos e relançar e relançar Factura da Sorte.
O cálculo da pensão, no futuro como no presente, incide nos descontos feitos pela SS.
Agora o valor máximo no final é de 90% do salário bruto. No futuro é aceitável 80% e não há milagres: idade da reforma vai aumentar para os 70 anos e mais anos de contribuição, sempre com a supervisão do Estado.
Um dos problemas é que há, ainda, muitas reformas calculadas nos 10 anos, dos últimos 15 anos. Isso acabou, agora, é todos os anos de contribuição.
Por fim, as benesses de políticos como subvenção vitalícia por ser deputado ou governante.
O lema deve ser, ter uma pensão pelos descontos feitos. Não há milagres. Quer um maior pé-de-meia, faz PPR ou outro tipo de poupança-reforma.
Para já os imigrantes deram um bónus de €16,3 mil milhões à Segurança Social nos últimos dez anos, mas no futuro vão ter uma reforma.
A questão é que aumentando o número de pessoas que fazem descontos ajuda e de que maneira a pagar as pensões de quem está reformado. Se tivesse diminuído esse número, isso é que era grave. Chegamos a ter 3 trabalhadores a descontar por 1 trabalhador reformado. Actualmente em Portugal, o rácio é de aproximadamente dois trabalhadores activos por cada reformado.
Esta relação tem vindo a diminuir acentuadamente ao longo das últimas décadas devido ao envelhecimento demográfico e ao aumento da esperança de vida.
Está na hora de em diálogo e concertação com todos se fazer uma reforma ponderada e que os futuros pensionistas saibam com o que vão contar."
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