O despacho de 2022 que travou Luís Neves (e que a PJ diz não saber se recebeu)
Um tribunal proibiu há quase três anos que a PJ usasse os bens tirados ao traficante ‘Xuxas’ .
A Judiciária continua a usá-los e diz não saber se foi avisada da proibição.
Um despacho do Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, de novembro de 2022, declarou sem efeito a decisão com que Luís Neves, então diretor nacional da Polícia Judiciária, reclamou para uso operacional da PJ cerca de três dezenas de bens levados da casa do traficante Rúben Oliveira, o “Xuxas”.
Em causa estão televisões, sofás, cadeiras e equipamento de ginásio.
A informação foi avançada pela CNN Portugal e
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