domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Autoridade Marítima Nacional procura pescador desaparecido em Peniche› Dragagens de 131 milhões de euros aumentam capacidade do Porto de Maputo› Felipe VI visita Ceuta. É a 1.ª visita em 20 anos de um Rei de Espanha› Mondlane denuncia assassinato de dirigente do Anamola na Zambézia› Fátima como nunca a viu: fotografias inéditas revelam quase 120 anos de história› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Lisboa sai à rua por Gaza: "O cessar-fogo continua a matar inocentes"› França prepara-se para nova vaga de protestos: estudantes prometem bloquear escolas na segunda-feira› Quem trabalha no campo também luta contra riscos invisíveis› Autoridade Marítima Nacional procura pescador desaparecido em Peniche› Dragagens de 131 milhões de euros aumentam capacidade do Porto de Maputo› Felipe VI visita Ceuta. É a 1.ª visita em 20 anos de um Rei de Espanha› Mondlane denuncia assassinato de dirigente do Anamola na Zambézia› Fátima como nunca a viu: fotografias inéditas revelam quase 120 anos de história› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Lisboa sai à rua por Gaza: "O cessar-fogo continua a matar inocentes"› França prepara-se para nova vaga de protestos: estudantes prometem bloquear escolas na segunda-feira› Quem trabalha no campo também luta contra riscos invisíveis
Portugal

CEMGFA diz que decreto com regras do SAFE "está clarinho"

Notícias ao Minuto - País ·
CEMGFA diz que decreto com regras do SAFE "está clarinho"

"S e formos a este decreto-lei, está lá tudo bem clarinho como é que este investimento do SAFE vai ser feito. Acho que talvez exista demasiada polémica para aquilo que já está definido e que está dito como vai ser feito, como vai ser acompanhado e como vai ser executado", defendeu o general João Cartaxo Alves, em entrevista à agência Lusa, a primeira desde que tomou posse.

Portugal tem em marcha um dos maiores investimentos em Defesa em democracia, equivalente a uma segunda Lei de Programação Militar (LPM): os empréstimos europeus do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE).

Em causa está um investimento na ordem dos 5,8 mil milhões de euros que inclui a aquisição de fragatas, satélites, blindados, sistemas antiaéreos, sistemas de artilharia, drones e munições, sendo que o país passará a produzir alguns destes equipamentos.

Recentemente, o negócio em torno da aquisição de três fragatas de nova geração a Itália (com um custo na ordem dos 3,9 mil milhões de euros e chegada prevista em 2029) gerou controvérsia, com partidos como o Chega ou o PS a criticar a forma como o Governo tem conduzido o processo SAFE, com acusações de opacidade e apelos a uma maior transparência.

Cartaxo Alves distanciou as Forças Armadas de polémicas e defendeu a transparência do modelo adotado.

"Há um nível político que é orientado por quatro ministérios diferentes, em termos de coordenação, de orientação política dessa execução. Depois tem um órgão técnico, que está no Ministério que tem essa tutela, que é o Ministério da Defesa, coadjuvado também pela entidade técnica das finanças e a entidade técnica do orçamento. E depois ainda tem uma comissão de auditoria", argumentou.

O general fazia referência à Comissão de Acompanhamento dos Investimentos na Defesa (CAID) – composta por elementos dos Negócios Estrangeiros, Finanças, Economia e Coesão Territorial e Defesa Nacional - e à Comissão de Auditoria e Controlo do SAFE (CAC-SAFE), órgão responsável pela fiscalização, ambos criados pelo Ministério da Defesa.

Cartaxo Alves explicou que o SAFE permitiu antecipar programas que estavam previstos para a LPM, como a aquisição das fragatas ou a edificação de uma brigada média no Exército, com novas viaturas blindadas. As escolhas, realçou, foram feitas tendo por base o objetivo de potenciar a indústria nacional e o desenvolvimento tecnológico.

Questionado sobre se receia que a polémica em torno do negócio da aquisição das fragatas prejudique o apoio público a este tipo de investimentos, Cartaxo Alves rejeitou, afirmando que as Forças Armadas são uma das instituições "mais reconhecidas pelos portugueses".

Na terça-feira, o ministro Nuno Melo irá à comissão de Defesa Nacional prestar mais esclarecimentos sobre o processo de aquisição destas fragatas, depois de pedidos submetidos por PSD e CDS-PP e pelo Chega.

Em agosto, o jornal 'online' 24Horas publicou uma notícia na qual é referido que um alegado afastamento à última hora da empresa portuguesa NTG, que participaria como intermediária da operação, levou essa empresa a perder 90 milhões de euros em comissões.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - País ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

Mais de Notícias ao Minuto - País

Ver tudo ›

Mais em Portugal

Ver tudo ›