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As notícias das 12h

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É agora meio-dia, vamos às notícias na Rádio Observador. Começamos pelo líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, que acusa o Chega de enganar os portugueses.

Em causa as propostas de descida do IVA nos combustíveis e no cabaz alimentar, propostas apresentadas pelo Chega e que vão a debate no Parlamento a 24 de setembro. Brilhante Dias sublinha que estes dois projetos de lei não vão ser concretizados este ano. Afirma que se trata de uma tentativa de dar um ponto de fuga ao governo e, por isso, reitera que o Chega está a libertar o Executivo de ajudar as famílias portuguesas. Declarações na última hora.

Trata-se, mais uma vez, de dar um ponto de fuga ao governo. Assim foi com a moção de censura, assim foi com o alegado assalto ao gabinete do Chega. E enquanto o PS pensava nas pessoas, pensava no custo de vida e como é difícil suportar, como o custo de vida está a atingir máximos dos últimos três anos, o Chega foi sempre dando um ponto de fuga pra que o governo não assumisse as suas responsabilidades.

Eurico Brilhante Dias esta manhã, na sede do PS, não revela se o Partido Socialista vai votar contra os projetos de lei apresentados pelo Chega e reforça que as propostas do partido de André Ventura não podem ser aplicadas este ano.

O Chega está a libertar o governo do ônus de apoiar as famílias portuguesas e apresenta dois projetos de lei. Dois projetos de lei que serão discutidos, segundo diz, segundo a agenda da Assembleia da República, a 24 de setembro. Nenhum dos dois, não só não terá eficácia em 2026, como não terá a sua votação final global, quanto mais a sua promulgação por Sua Excelência, o senhor Presidente da República, antes de que seja conhecido ou conhecida a proposta de lei do Orçamento de Estado.

Declarações do líder parlamentar socialista na sede do PS, já esta manhã.

A antiga eurodeputada do PS, Ana Gomes, defende que a legalidade do Chega devia ser repensada pelo Tribunal Constitucional.

É uma entrevista à Rádio Observador para ouvir já a seguir a este jornal. Refere que faltou coragem ao Tribunal Constitucional para travar o Chega na origem e recupera este caso para dizer que o Chega não devia ser um partido legal.

Estamos a falar de um partido que foi legalizado com 2500 assinaturas falsas e com um programa que era claramente anticonstitucional, que era nazi, fascista e racista. E o Tribunal Constitucional deu o ok àquilo e não houve um órgão político com uma ponta de coragem que tivesse matado aquele veneno na origem.

Nesta entrevista, a antiga eurodeputada e candidata presidencial fala também sobre Luís Neves. Diz que foi um excelente diretor da Polícia Judiciária, mas considera que a atual situação política é irreparável.

Entrevista de Ana Gomes no "Em 40 Minutos", já a seguir a este jornal. Destaque agora para o debate em torno dos riscos da inteligência artificial. O CEO da Anthropic apela às empresas de IA que diminuam o ritmo com que estão a criar novos modelos.

Dario Amodei já tinha proposto um plano para regulamentar o crescimento da inteligência artificial.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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