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1h Metro Lisboa. Escadas rolantes avariadas há 3 anos e meio

Observador ·
1h Metro Lisboa. Escadas rolantes avariadas há 3 anos e meio

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Há escadas rolantes avariadas no metro de Lisboa há mais de três anos e meio. O caso mais extremo é o da estação do Cais do Sodré, onde algumas escadas rolantes estão paradas desde 2019. O problema resulta de um impasse entre o metro e a Infraestruturas de Portugal sobre quem é o responsável pela intervenção, mas não é caso isolado. Em janeiro havia seis escadas mecânicas na rede do metro avariadas há mais de mil dias e cerca de 16 equipamentos estavam parados há, pelo menos, um ano. A situação atingiu o pico em fevereiro deste ano, quando estavam fora de serviço 40 escadas rolantes e 38 elevadores. Desde então, o número de avarias tem vindo a diminuir e em junho estavam paradas nove escadas e 11 elevadores. O Metro de Lisboa reconhece, ainda assim, que a manutenção se tornou um problema crônico. A empresa aponta dificuldades na resposta dos prestadores, bem como a falta de técnicos especializados e problemas na disponibilidade de peças. A administração está agora a testar um novo modelo de manutenção nas estações da Baixa-Chiado e do aeroporto, com níveis de serviço e penalizações para os prestadores. A ideia é aplicar este modelo a toda a rede a partir do ano que vem. Esta é uma reportagem que faz esta hora manchete em observador.pt. É assinada pela grande repórter do Observador, Ana Suspiro, e conta com a colaboração do Miguel Frazo Cabral e da Beatriz Martins. Seguimos com a política nacional. O secretário-geral do PCP garante que se o Executivo da AD quiser pôr a mão ao dinheiro dos contribuintes, vai ser derrotado. Declarações hoje em Portalegre, em reação ao estudo pedido pelo governo esta semana, que aponta um déficit na Caixa Geral de Aposentações. Há cerca de um ano, neste mesmo concelho alentejano de Fronteira, Paulo Raimundo tinha deixado o alerta de que os trabalhadores iam derrotar o pacote laboral proposto pelo governo. Tal acabou por acontecer. Agora, o líder comunista deixa um novo aviso, garante que vai fazer parte da resistência.

Se o governo se atrever a querer pôr a mão no dinheiro do trabalho, a querer pôr a mão no dinheiro da Segurança Social, para privatizar a Segurança Social, para transferir o dinheiro do trabalho pra mão do capital, atreva-se! Vai ter aqui a resistência, a luta, a resposta dos trabalhadores contra mais esta ofensiva e vai ser novamente derrotado. Atreva-se, atreva-se, pra ver o que lhe vai acontecer.

É o recado que o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, deixa ao Executivo da AD, na tarde deste domingo, em Fronteira, em Portalegre. O Presidente da República diz que cada órgão de soberania tem de assumir responsabilidades. É a resposta de António José Seguro, quando questionado sobre as mais recentes polémicas em torno do ministro da Administração Interna. À margem de uma visita à Bienal Internacional de Arte, em Vila Nova de Cerveira, o chefe de Estado disse ainda querer que as investigações em curso sejam concluídas o mais rapidamente possível.

Eu reafirmo aquilo que já disse. Eu sou um presidente muito atento aos factos. Falo com quem devo, onde devo e quando entendo que devo falar.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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