Metro de Lisboa e sindicatos prolongam Acordo de Empresa até 2032
O Metropolitano de Lisboa e as estruturas sindicais representativas dos trabalhadores chegaram a um entendimento para a revisão parcial do Acordo de Empresa (AE), num processo que pretende reforçar a estabilidade das relações laborais e dar maior previsibilidade à organização da atividade da empresa nos próximos anos.
O acordo foi formalizado esta quarta-feira e abrange um conjunto de matérias relacionadas com as condições de trabalho e com a organização e funcionamento do Metropolitano de Lisboa.
Uma das principais medidas previstas é a prorrogação da vigência do Acordo de Empresa até 2032, criando um horizonte de maior estabilidade para trabalhadores e empresa e reduzindo a incerteza em torno das regras que enquadram as relações laborais.
O entendimento resulta de um processo de negociação coletiva entre a administração do Metropolitano e as estruturas sindicais, que procurou conciliar a valorização das condições de trabalho com as necessidades operacionais da empresa.
O acordo surge num contexto em que o Metro de Lisboa continua a desempenhar um papel central na mobilidade da Área Metropolitana de Lisboa e na transição para transportes com menores emissões.
A empresa sublinha que os seus trabalhadores são essenciais para assegurar diariamente a operação e para cumprir a sua missão de prestação de um serviço público de transporte estruturante.
Para o Metropolitano, o entendimento agora alcançado permite criar condições para responder aos desafios que se colocam à empresa e à evolução do serviço prestado aos passageiros, ao mesmo tempo que reconhece a importância dos trabalhadores para o funcionamento da rede.
A revisão parcial do AE estabelece, assim, um novo quadro para as relações laborais no Metro de Lisboa, com um horizonte temporal alargado e uma aposta na estabilidade entre as partes.
O acordo pretende também facilitar a organização da atividade da empresa e a gestão dos recursos necessários à manutenção do serviço de transporte.
O entendimento entre administração e sindicatos surge depois de um processo de negociação coletiva que procurou encontrar um ponto de equilíbrio entre as reivindicações dos trabalhadores e as necessidades de funcionamento do Metropolitano.
Com a extensão da vigência do acordo até 2032, o Metro de Lisboa passa a contar com um enquadramento laboral de longo prazo, numa altura em que a empresa enfrenta desafios relacionados com a evolução da procura, a expansão e modernização da rede e a necessidade de garantir a continuidade e qualidade do serviço aos passageiros.
O Metropolitano considera que a estabilidade das relações laborais é uma condição importante para enfrentar esses desafios e reforça o papel dos trabalhadores na prestação de um serviço essencial à mobilidade da capital.
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