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Caso Luís Neves. "Fica uma grande estranheza sobre a enorme incompatibilidade" de orçamentos para a destruição dos materiais químicos Destruição de materiais químicos do atrelado poderia ser "50 vezes" mais barata do que alegou Luís Neves "A Rússia quer dar um sinal de que está ali e tem capacidade para ferir gravemente a Ucrânia" "Ter ou não participação na REN não altera nada a nível da capacidade do Estado intervir no sistema" Como funciona e quem vai poder receber a nova vacina contra o melanoma? Componente de planeamento e operação da REN era a "única" que devia ter sido comprada: "Não tem interesse ter uma participação de quase 14%" "Os pacotes de sanções funcionam. O país das bombas de combustível está a importar produtos petrolíferos" "Não aceito" que o primeiro-ministro diga que a compra de ações da REN "vá baixar o preço da energia", diz antigo ministro da Energia Guerra na Ucrânia "entrou numa fase em que quem vence é quem é mais resiliente" Rússia "dificilmente conseguirá manter esta intensidade de ataques". Por agora, "está a aproveitar o calcanhar de Aquiles da Ucrânia" Caso Luís Neves. "Fica uma grande estranheza sobre a enorme incompatibilidade" de orçamentos para a destruição dos materiais químicos Destruição de materiais químicos do atrelado poderia ser "50 vezes" mais barata do que alegou Luís Neves "A Rússia quer dar um sinal de que está ali e tem capacidade para ferir gravemente a Ucrânia" "Ter ou não participação na REN não altera nada a nível da capacidade do Estado intervir no sistema" Como funciona e quem vai poder receber a nova vacina contra o melanoma? Componente de planeamento e operação da REN era a "única" que devia ter sido comprada: "Não tem interesse ter uma participação de quase 14%" "Os pacotes de sanções funcionam. O país das bombas de combustível está a importar produtos petrolíferos" "Não aceito" que o primeiro-ministro diga que a compra de ações da REN "vá baixar o preço da energia", diz antigo ministro da Energia Guerra na Ucrânia "entrou numa fase em que quem vence é quem é mais resiliente" Rússia "dificilmente conseguirá manter esta intensidade de ataques". Por agora, "está a aproveitar o calcanhar de Aquiles da Ucrânia"
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A guerra contra a vida

Diário de Notícias ·

Era uma velha cruzada do Grande Oriente de França; e em 8 de Novembro de 2023, de visita à sede da mais antiga obediência maçónica francesa, Macron prometera aos “irmãos” transformar em “lei de liberdade e de respeito” o “direito a morrer com dignidade”.

Três anos depois, no passado dia 15 de Julho, a “ajuda a morrer” era aprovada no Parlamento francês por 291 votos contra 241 e 29 abstenções.

O assunto era polémico e Macron, um velho partidário do aborto e da eutanásia, só quisera avançar com a agenda anti-vida no segundo mandato, em 2022.

O momento foi de júbilo quando, em Março de 2024, conseguiu consagrar na Constituição o direito ao aborto como “liberdade garantida”: “Esta noite, a Assembleia Nacional e o Governo não faltaram ao seu encontro com a História” (…com a História da extinta Jugoslávia, presumimos, o único país a incluir o aborto na Constituição, nos idos de 1974).

Agora, em Julho de 2026, com a aprovação da eutanásia, a assembleia nacional e o governo não faltaram ao seu encontro terminal com o Futuro.

No lobby para a aprovação convergiam as lojas do Grande Oriente, as lojas da Grande Loja e outras forças do Progresso.

Porém, a marcha triunfal da eutanásia, mesmo com as sucessivas coberturas de açúcar (culminando no topping “assistência na morte”) foi mais acidentada do que se esperava.

Em 2024, com a dissolução da câmara legislativa, a recomposição tornou-se menos favorável ao suicídio assistido; depois, por três vezes, o Senado chumbou a proposta –, mas nada podia parar os intrépidos portadores do Progresso.

A votação de Julho foi elucidativa sobre os alinhamentos das várias bancadas que, sem excepção, deram liberdade de voto aos deputados naquele “caso de consciência”: a esquerda, comunistas, ecologistas, socialistas e radicais, votou quase unanimemente a favor; e os macronistas do Ensemble Pour la République pronunciaram-se maioritariamente (65 vs.18) a favor da lei.

Foi no centro-direita, em partidos como o Modem, de François Bayrou, que se se deu a grande divisão: a direita conservadora, a Union des Droites pour la République, de Ciotti, votou, em bloco, contra; na Direita Republicana, 41 votaram contra e 5 a favor; e no Rassemblement National houve 106 votos contra (incluindo o de Marine le Pen) e 12 a favor.

A Conferência Episcopal francesa não se deixou impressionar pela cobertura de açúcar da designação “assistência na morte” e denunciou a lei como a abertura de um fosso civilizacional numa longa tradição assistencial, uma fractura ética grave em relação à protecção da vida humana.

Para os prelados franceses, as condições reais de vida dos mais vulneráveis – os velhos vivendo na pobreza – e a mera existência da lei precipitam a opção do suicídio, para livrar de encargos filhos, netos, família próxima e “a sociedade”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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