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Economia

Imigrantes com taxa de emprego de 76% em Portugal, acima da UE

Jornal Económico ·
Imigrantes com taxa de emprego de 76% em Portugal, acima da UE

Portugal apresenta uma das taxas de emprego de imigrantes mais elevadas da União Europeia.

Em 2025, 75,6% dos residentes nascidos fora da UE, entre os 15 e os 64 anos, estavam empregados, acima dos 73,4% registados entre os nativos.

Na média dos 20 Estados-Membros analisados, a taxa de emprego dos imigrantes extra-UE ficava nos 66%, enquanto entre os nativos atingia 71,6%.

Os dados constam do Brief paper “Emprego de imigrantes: Portugal no contexto europeu”, publicado pelo Observatório das Migrações, que parte do relatório Employment of Immigrants in the European Union: Progress, Persistent Gaps, and Untapped Potential , do Centre for Research and Analysis of Migration (CReAM), e é complementado com informação do Eurostat, INE, Pordata e AIMA.

Veja abaixo a síntese visual.

Entre os 20 países analisados, Portugal e a Estónia apresentam a quarta taxa de emprego mais elevada entre os nascidos fora da UE, com 75,6%.

O país lidera, contudo, quando se consideram os residentes nascidos noutro Estado-Membro, com uma taxa de emprego de 83,4%.

Portugal distingue-se ainda pela reduzida diferença entre homens e mulheres nascidos fora da UE.

A taxa de emprego dos homens era de 80,4% em 2025, enquanto a das mulheres chegava aos 71,3%, uma diferença de 9,1 pontos percentuais.

Na União Europeia, o intervalo era de 17,5 pontos.

Portugal apresentava, assim, a menor diferença entre os sexos entre os 20 países analisados.

Há, aliás, um dado particularmente expressivo: a taxa de emprego das mulheres nascidas fora da UE em Portugal era exatamente igual à das mulheres nativas, ambas nos 71,3%.

Na média europeia, as mulheres imigrantes apresentavam uma taxa de emprego de 57,4%, contra 67,9% entre as nativas.

Quando a análise é feita pela nacionalidade, em vez do país de nascimento, a diferença entre mulheres estrangeiras e portuguesas é maior.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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