Do ‘wow’ ao céu é o limite. Todos os sonhos vão dar a Peniche
A oportunidade de competir no circuito mundial de surf é um sonho para qualquer surfista profissional.
É uma ambição de uma vida, mesmo que concretizada numa única etapa.
E, se for em casa, no próprio país, tanto melhor.
É este o sentimento que acompanha quatro dos cinco surfistas portugueses que marcam presença no MEO Rip Curl Pro Portugal, a décima etapa do Championship Tour (CT), o circuito de elite da World Surf League (WSL), cujo período de espera decorre de sexta-feira, 16, a 25 de outubro.
“Desde 2009 que sonho entrar neste campeonato”, confessou Guilherme Ribeiro, de 24 anos, wildcard da etapa portuguesa do circuito mundial.
“Está tudo a ser muito ‘wow.’ Desde ter um lugar de estacionamento à porta até chegar aos cacifos e ver o meu nome, passando por ter uma licra com o meu nome.
É tudo inacreditável”, destacou.
Na estreia absoluta no CT, ‘Gui’ Ribeiro não escondeu o nervosismo ao ver a sua fotografia acompanhada pelo nome no parque de estacionamento.
“É um nervoso bom, quase um déjà-vu , sinceramente, porque já passei por isto.
Já idealizei tantas vezes este momento de estar aqui em Peniche e de vestir a licra com o meu nome”, confessou aos jornalistas, à margem da conferência de imprensa.
“Cresci a ver os portugueses a descer esta escada atrás de mim e a ver o público vibrar como nunca vi, se calhar, nem nos jogos de bola.
E é isso que eu quero”, afirmou.
Agora, é a vez de o surfista da Costa da Caparica viver essas sensações.
“É descer estas escadas e ouvir o público português a berrar por mim, a apoiar-me.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.