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Nova investigação de corrupção que atinge o gabinete de Z...

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Nova investigação de corrupção que atinge o gabinete de Z...

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Guerra traduzida na Rádio Observador, espaço em que trazemos os destaques da imprensa ucraniana e da imprensa russa. Hoje com o jornalista Martim Madeira. Muito boa noite, Martim.

De acordo com o jornal The Kyiv Independent, o Parlamento Ucraniano aprovou hoje a nomeação de Yevhen Kyma para substituir Mykhailo Fedorov na pasta da Defesa. Kyma assume o cargo num momento de grande escrutínio, definindo como prioridades a mobilização de tropas e o apoio logístico na frente de batalha. A entrada acontece enquanto se registam vários protestos à porta do Parlamento, com manifestantes a pedirem o regresso do antecessor Fedorov, por motivos de guerra tecnológica. O novo ministro terá de gerir o planeamento de uma guerra que se torna cada vez mais total e Kyma já prometeu uma abordagem abrangente para garantir que o exército ucraniano mantém a capacidade operacional.

Segundo o portal Ukrinform, a Ucrânia conseguiu trazer de volta 103 militares que estavam em cativeiro na Rússia. Esta troca, que envolveu o mesmo número de soldados para cada lado, contou com a mediação dos chefes de direitos humanos de ambos os países. Entre os libertados estão defensores que estiveram em várias frentes de combate, incluindo elementos que as autoridades de Kiev esperavam recuperar há vários meses. O processo de troca de prisioneiros continua a ser um dos poucos canais de diálogo humanitário direto que permanecem ativos entre os dois países. A chegada dos soldados foi marcada por momentos de emoção, sendo um alento para as famílias que aguardavam notícias dos entes queridos, é o que indica o Ukrinform.

E seguimos com uma nova investigação de corrupção que atinge o gabinete de Zelensky.

O jornal The New Voice of Ukraine relata que o gabinete anticorrupção da Ucrânia lançou uma nova investigação, visando figuras próximas da presidência ucraniana. As buscas focaram-se na residência e nos escritórios de um vice-chefe do gabinete de Zelensky, suspeito de estar envolvido numa rede de influência. Este caso surge num momento em que o presidente já tinha demitido outro vice-chefe do seu gabinete devido a pressões semelhantes. Para as agências de investigação, o objetivo é desmantelar grupos criminosos que possam estar a operar dentro das estruturas do Estado. Esta situação coloca uma pressão adicional sobre Zelensky, que tem feito da luta contra a corrupção uma bandeira para manter o apoio financeiro e político do Ocidente.

E ainda, um míssil balístico ucraniano estará pronto para combate em setembro.

De acordo com o jornal The Kyiv Independent, a empresa FirePoint confirmou que o míssil balístico FP-7 vai estar operacional já no próximo mês. Este desenvolvimento tecnológico é visto como um marco para a autonomia militar da Ucrânia, permitindo atingir alvos estratégicos com maior precisão e alcance. O projeto inclui ainda investimentos numa fábrica de combustível sólido para foguetes na Dinamarca, embora essa unidade só deva começar a funcionar no final de 2027.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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