quarta-feira, 2 de setembro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
22h Apelo dos trabalhadores da Lusa para intervenção do presidente da AR no caso do deputado do Chega Pedro Frazão ataca Agência Lusa (que repudia insultos): O que foi dito? Rangel não prevê novas medidas da UE sobre Cisjordânia até eleições em Israel Associação quer "garantias imediatas" para utentes de clínica de fertilidade que encerrou 21h Partidos decidem amanhã a data para votar a moção de censura do Chega Recurso insiste em legítima defesa e pede absolvição de polícia por homicídio de Odair Moniz Inflação pode estar a influenciar subidas na energia Chevron e ENI assinam acordos para exploração de petróleo na Venezuela Moção de censura: Líderes parlamentares decidem 5.ª-feira entre 2 datas Interino Bruno Abreu assume comando técnico do Nacional após saída de Gião 22h Apelo dos trabalhadores da Lusa para intervenção do presidente da AR no caso do deputado do Chega Pedro Frazão ataca Agência Lusa (que repudia insultos): O que foi dito? Rangel não prevê novas medidas da UE sobre Cisjordânia até eleições em Israel Associação quer "garantias imediatas" para utentes de clínica de fertilidade que encerrou 21h Partidos decidem amanhã a data para votar a moção de censura do Chega Recurso insiste em legítima defesa e pede absolvição de polícia por homicídio de Odair Moniz Inflação pode estar a influenciar subidas na energia Chevron e ENI assinam acordos para exploração de petróleo na Venezuela Moção de censura: Líderes parlamentares decidem 5.ª-feira entre 2 datas Interino Bruno Abreu assume comando técnico do Nacional após saída de Gião
Política

Moção de censura: Líderes parlamentares decidem 5.ª-feira entre 2 datas

Notícias ao Minuto - Política ·
Moção de censura: Líderes parlamentares decidem 5.ª-feira entre 2 datas

O despacho de José Pedro Aguiar-Branco, a que a Lusa teve acesso, foi enviado a todos os partidos com assento parlamentar e confirma a convocação de uma conferência de líderes extraordinária para as 15h30 de quinta-feira para decidir a data do debate da moção de censura entregue hoje pelo Chega no parlamento ao XXV Governo Constitucional, na sequência das polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves.

No texto, refere-se que a apresentação desta moção aconteceu "antes do início do período normal de funcionamento da Assembleia da República", que segundo Constituição e o Regimento da Assembleia da República se inicia em 15 de setembro, e "num momento em que o plenário não se encontra em funcionamento efetivo".

Aguiar-Branco recorda que o parlamento aprovou uma deliberação que fixou "o reinício dos trabalhos parlamentares em comissão a partir de 8 de setembro", mas que tal autorização incide apenas sobre "os trabalhos em comissão e não determina, por si só, a retoma do funcionamento do plenário antes de 15 de setembro".

Assim, o presidente do parlamento propõe aos líderes parlamentares que decidam entre duas interpretações, recordando que o Regimento determina que a discussão de uma moção de censura se inicie no "terceiro dia parlamentar" após a sua entrega.

"Uma primeira interpretação consiste em considerar que, tendo sido expressamente autorizado o reinício dos trabalhos parlamentares em comissão a partir de 8 de setembro, essa data marca a retoma de atividade parlamentar relevante", pelo que o dia de debate da moção recairia no dia 10.

Caso a conferência de líderes opte por esta "interpretação ampla", será necessário agendar uma reunião da Comissão Permanente - órgão que funciona fora do período habitual de funcionamento - para que esta convoque o plenário, já que uma moção de censura "só pode ser apreciada, debatida e votada em plenário".

O presidente do parlamento admite uma segunda interpretação do Regimento, em que se entenda que "os dias parlamentares" se referem apenas àqueles em que a Assembleia se encontra em condições de funcionar em plenário.

Neste caso, a contagem começaria apenas no dia 15 e a moção só poderia ser discutido a 17 de setembro, já na 2.ª sessão legislativa da XVII Legislatura, "sem necessidade de intervenção da Comissão Permanente para promover a convocação do plenário".

"Esta interpretação apresenta a vantagem de fazer coincidir a contagem do prazo com a possibilidade ordinária de exercício pelo plenário da competência que lhe está reservada, mas exige uma leitura restritiva da expressão 'dia parlamentar'", refere Aguiar-Branco.

Por considerar que existe uma "ausência de uma solução regimental inequívoca" e que não existe "um precedente parlamentar diretamente aplicável", o presidente da Assembleia da República considera aconselhável a apreciação da matéria em conferência de líderes.

Segundo o Regimento da Assembleia da República, é este a este órgão que compete organizar o debate da moção de censura.

"Atenta a relevância constitucional da iniciativa, a necessidade de definir com urgência o critério de contagem aplicável e a inexistência de precedente diretamente coincidente, cons

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Política ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Política.

Este assunto em outros veículos

Mais de Notícias ao Minuto - Política

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›