Ameaça de “paralisação massiva” no SNS
Se os valores por hora baixarem 1 cêntimo, os tarefeiros devem parar.
Hospitais, sobretudo urgências, seriam afectados.
“Um cêntimo abaixo dos valores por hora atuais é negativo.
Para trás, não!”.
As palavras são de Nuno Figueiredo e Sousa, presidente da Associação dos Médicos Prestadores de Serviço (AMPS), em tom de aviso sobre a nova portaria do Ministério da Saúde, que vai definir os novos valores a pagar pelo trabalho à tarefa.
Se os valores pagos aos tarefeiros baixar, nem que seja “um cêntimo”, deve vir aí uma “paralisação massiva” dos médicos prestadores de serviço.
Hospitais, sobretudo urgências, seriam afectados.
No
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