As notícias das 20h
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Jornal das oito, com Luís Soares. E Luís, o líder do Chega responsabiliza o PS por ter anunciado previamente a viabilização de um Orçamento de Estado que não dá resposta aos problemas dos portugueses.
É a reação de André Ventura depois de apresentado o orçamento do próximo ano, que, diz o líder do Chega, se vai traduzir num aumento brutal do custo de vida. André Ventura responsabiliza o PS.
É um orçamento que, por culpa e responsabilidade do Partido Socialista, não só não tem nenhuma história, como deixou os portugueses verdadeiramente na mão, para usar uma expressão popular. Fruto de uma viabilização anunciada sem qualquer negociação de medidas orçamentais que podiam ajudar no momento em que as pessoas estão a passar tão mal e que a economia está a transformar a vida da maior parte das pessoas num verdadeiro inferno.
É uma análise preliminar. O orçamento foi entregue há cerca de três horas. Não temos a certeza de estar tudo contemplado, mas o governo terá a oportunidade nas várias audições regimentais para confirmar que a exigência colocada pelo Partido Socialista está efetivamente cumprida.
Reação do deputado do PS, António Mendonça Mendes. O líder socialista convocou para sábado de manhã a Comissão Nacional do Partido para analisar o Orçamento de Estado e também o novo regime de arrendamento urbano.
O ministro das Finanças acredita que as contas do país estão robustas e que permitem enfrentar uma eventual crise.
Garantia deixada por Miranda Sarmento na apresentação do orçamento para o próximo ano. Uma apresentação em que, de forma indireta, Miranda Sarmento acabou por responder às críticas de Mário Centeno. Vasco Maldonado Correia.
Mário Centeno comparou Montenegro a Sócrates e alertou para o desvio da despesa pública. O ministro das Finanças não diz o nome do antecessor, mas responde.
Quem critica este aumento de despesa não queria que o país executasse o PRR e perdesse uma oportunidade? Ou critica o aumento do investimento público via Orçamento de Estado?
A dois dias do prazo para a entrega do Orçamento do Estado, o governo mete as cartas em cima da mesa com uma série de previsões.
Uma dívida pública a cair quatro pontos percentuais abaixo daquilo que era a trajetória acordada com a Comissão Europeia e provavelmente abaixo de 85% no próximo ano, uma despesa corrente primária em percentagem do PIB estabilizada entre 24 e 26, e saldos orçamentais purgados de efeitos temporários acima de 1% do PIB.
Previsões a que se junta ainda a perspectiva de crescimento econômico acima dos 2% no próximo ano. O ministro garante que não está a ser demasiado otimista.
Há também uma grande incerteza e uma grande volatilidade internacional, que podem, naturalmente, afetar. Em todo caso, estamos confiantes no número que apresentamos de 2,1%.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.