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Economia

Bolsas europeias em alta enquanto EUA ameaça Europa com novas tarifas

Notícias ao Minuto - Economia ·
Bolsas europeias em alta enquanto EUA ameaça Europa com novas tarifas

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,89%, 0,37% e 0,69%, enquanto as de Madrid e Milão subiam 0,81% e 0,54%.

A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a avançar 0,28% para 9.566,92 pontos.

O euro estava em alta face ao dólar, a valorizar-se 0,10% e a ser trocado a 1,1477 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.

Os mercados estavam em alta, apesar de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado impor grandes tarifas à Europa ou até mesmo deixar de comercializar diretamente com o bloco se o Canadá for nomeado membro associado da União Europeia (UE).

A Reserva Federal dos EUA (Fed) decidiu na quarta-feira subir as taxas de juro, pela primeira vez em mais de três anos, em um quarto de ponto para a faixa entre 3,75% e 4%, uma decisão que chega a seis semanas de eleições legislativas nos Estados Unidos.

No relatório trimestral de projeções económicas dos EUA, 16 dos 18 economistas da Fed consideram apropriado pelo menos um aumento adicional antes do final do ano, já que veem necessário que a taxa de referência se situe acima de 4% nos próximos meses.

Os futuros dos índices norte-americanos registam avanços que são de 0,82% para o Dow Jones e de 0,77% para o Nasdaq, depois de ambos terem fechado em baixa na véspera.

Entretanto, o petróleo baixa, com o preço do contrato genérico de barril de petróleo Brent, de referência na Europa, a recuar 1,26% para 104,50 dólares e o do West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), cede 1,11% para 101,29 dólares.

O preço do contrato ativo de gás natural no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,37% para 78,315 euros por megawatt-hora (MWh).

Depois da decisão da Fed, o título dos EUA a dez anos descia hoje para 4,976%, mas depois de ter terminado em 5,024%, um máximo desde julho de 2007.

Com o aumento constante do preço do petróleo e a subida das taxas diretoras do BCE, os juros da dívida da Alemanha a 10 anos sobem para 3,507%. Em sentido contrário, os juros da dívida dos EUA a 10 anos desciam, para 4,997%, mas depois de terem terminado na terça-feira em 5,003%, um máximo desde julho de 2007.

Neste contexto, os metais preciosos sobem, no caso do ouro 1,65%, com a onça a 4.333,99 dólares, e no da prata 2,29% para 64,4261 dólares.

Hoje é a vez do Banco da Inglaterra, que quase certamente manterá as taxas em 3,75%, enquanto na sexta-feira, será a vez do Banco do Japão, que se prevê que as aumente em 0,25 pontos percentuais, para 1,25%.

Na Ásia, o índice Nikkei de Tóquio fechou com um ganho de 0,33%, enquanto o mercado de Xangai perdeu 0,41%, a bolsa de Shenzhen 0,33% e o Hang Seng de Hong Kong baixava 0,71% pouco antes do final da sessão.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Economia.

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