EUA reafirmam compromisso com defesa dos aliados da NATO
N uma cerimónia no quartel-general da NATO, em Bruxelas, alusiva aos 25 anos do 11 de setembro de 2001, Scott Oudkirk afirmou que, no dia dos atentados, "o mundo livre, e em particular os Aliados da NATO, colocaram-se ao lado dos Estados Unidos".
"Pela primeira vez, a NATO ativou o artigo 5.º, demonstrando que a cobardia não ficaria sem resposta. 25 anos depois, esse vínculo de unidade continua no centro da nossa Aliança: as nossas ameaças podem mudar, mas o nosso compromisso mútuo permanece e perdura", afirmou.
O embaixador salientou que a NATO hoje não recorda apenas o dia 11 de setembro, mas "renova a sua determinação".
"Hoje, recordamos aqueles que perdemos, mas também aquilo que preservámos. Honramos aqueles que serviram e se sacrificaram e reafirmamos que defenderemos a liberdade que nos une", disse, considerando que os atentados mostraram que "nunca se devem tomar a segurança e as sociedades livres como garantidas".
Por sua vez, o representante militar dos Estados Unidos junto da NATO, William D. Hank Taylor, num breve discurso também nesta cerimónia, prestou homenagem às pessoas que morreram no dia 11 de setembro, mas também a todos os militares, dos Estados Unidos e dos restantes Aliados, que serviram na chamada guerra ao terrorismo que foi declarada em resposta e que "nunca regressaram a casa".
Já a secretária-geral adjunta da NATO, Radmila Shekerinska, referiu que, em 11 de setembro de 2001, a NATO mostrou que "os Estados Unidos não estavam sozinhos".
"Os vossos amigos, os vossos aliados, estiveram convosco nessa altura e estão convosco hoje. O dia 11 de setembro foi a primeira e única vez na história da NATO em que foi ativado o artigo 5.º: um por todos, todos por um. Uma promessa que continua a unir-nos hoje em dia", afirmou.
A secretária-geral adjunta da NATO salientou que o artigo 5.º é o que mantém a Aliança "forte e segura" e frisou que, numa altura em que se continua a "usar a violência para semear o medo e o caos", a Europa e a América do Norte "permanecem unidas".
"Para defender os nossos povos, as nossas liberdades e defender e proteger as nossas democracias.
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