G7 exige que houthis parem ataques a transportes marítimos
Os rebeldes houthis do Iémen devem “cessar imediatamente todas as suas ações militares, ameaças e ataques” contra o transporte marítimo, exigiram os ministros dos Negócios Estrangeiros do bloco dos países mais industrializados do mundo, o G7.
“Os seus atos condenáveis constituem uma perigosa trajetória de escalada que ameaça agravar ainda mais o conflito , prejudicar o comércio internacional e criar instabilidade económica à escala global”, disseram os chefes da diplomacia do G7.
Numa declaração à margem da sessão anual da Assembleia Geral da ONU, os ministros reafirmaram “a necessidade absoluta de garantir a segurança marítima permanente , bem como os direitos e liberdades de navegação em todo o mundo”.
O bloco G7 é um fórum político e económico informal composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, embora a União Europeia seja praticamente um membro de facto com representação política permanente.
O G7 apelou ainda ao Irão para que interrompa o fornecimento de armas e o apoio aos houthis.
O retomar das hostilidades no Iémen, onde os houthis pró-Irão consolidaram o controlo sobre o estratégico Estreito de Bab el-Mandeb, já afeta fortemente as exportações da Arábia Saudita, com uma queda acentuada do tráfego na região.
A passagem, que liga a Europa à Ásia através do Mar Vermelho e do Canal do Suez — rota já muito utilizada antes da guerra no Médio Oriente —, tornou-se ainda mais importante para a Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo bruto, desde que o Irão bloqueou o Estreito de Ormuz, do outro lado da Península Arábica.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador.
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