Estado volta à REN: falta saber quanto vai custar – e a ideia era dos partidos mais à esquerda
Compra de 13,7% levanta dúvidas sobre influência e estratégia.
Reentrada do Estado só estava prevista nos programas eleitorais de Livre, PCP e BE.
O Estado português vai voltar a ser acionista da REN, 12 anos depois de ter vendido a sua última participação na empresa que gere as redes nacionais de eletricidade e gás.
Através da Parpública, o Governo acordou a compra de 13,7% do capital à Pontegadea Inversiones, empresa de investimento de Amancio Ortega.
O negócio ainda depende do visto do Tribunal de Contas e o preço final da operação não foi divulgado, embora a participação estivesse avaliada em
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