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Cuba reage a novas sanções dos EUA: "Propósito deliberado" de impedir serviços básicos

Diário de Notícias ·
Cuba reage a novas sanções dos EUA: "Propósito deliberado" de impedir serviços básicos

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, Bruno Rodríguez, acusou, em mensagem publicada na rede social X esta quinta-feira, o secretário de Estado norte‑americano Marco Rubio de ter como “propósito deliberado” impedir o governo cubano de garantir serviços básicos à população, depois de Washington anunciar novas sanções que atingem três autoridades e nove entidades estatais.

As sanções, anunciadas pelos Estados Unidos também esta quinta-feira, incidem sobre entidades estatais dos sectores da mineração, comércio externo e metalurgia — entre as quais figura o Ministério da Construção — e três três autoridades cubanas.

Segundo Havana, as medidas integram a campanha de Washington para pressionar por mudanças políticas e económicas na ilha.

Rodríguez sustentou que as restrições têm efeitos diretos no abastecimento de bens essenciais, obstruindo “o transporte de contentores com alimentos, medicamentos e equipamento médico, adquiridos principalmente por micro, pequenas e médias empresas (MPME) privadas cubanas”.

Os Estados Unidos já tinham dirigido anteriormente sanções ao presidente Miguel Díaz‑Canel e avançado com acusações criminais contra o ex‑presidente Raúl Castro, no âmbito da estratégia de Donald Trump para aumentar a pressão sobre o regime cubano.

No início de agosto de 2026, Marco Rubio advertira que não haveria “válvula de escape” para aliviar a pressão norte‑americana, comprometendo o cronograma de Washington para mudanças radicais na ilha.

A campanha de pressão inclui, desde janeiro deste ano, um embargo ao petróleo e uma vaga de sanções secundárias iniciada em maio, que afeta setores-chave da economia cubana e, segundo analistas e autoridades da ilha, agrava a situação socioeconómica e humanitária.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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