O dinheiro das nossas pensões está a trabalhar para o patrão errado
Há uma forma infalível de perder 1,3 mil milhões de euros em três meses sem cometer um único erro de gestão: cumprir a lei.
Foi o que fez a equipa de José Vidrago, CEO do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) e responsável pela gestão do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), entre julho e setembro.
A 'almofada' das pensões encolheu de 49,3 mil milhões para 48 mil milhões de euros, com uma rendibilidade trimestral de -2,63%, e ninguém no IGFCSS se desviou uma vírgula da Portaria que lhe dita onde pôr o dinheiro.
A Portaria cabe numa frase e resume-se à obrigação de pelo menos metade da carteira do Fundo ter de estar alocado em dívida pública portuguesa, acrescido de uma exposição a obrigações de… Este artigo é exclusivo para assinantes Assine o ECO Premium e continue a ler esta e todas as notícias exclusivas, sem limites.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.