Turista irlandesa atropelada em Albufeira: "Podia ter sido pior"
E m declarações aos jornalistas, Maja Lewecka, de 18 anos , contou que foi apanhada de surpresa na estrada e não se apercebeu da aproximação do carro, tendo sido colhida e arrastada durante vários metros em cima do capô da viatura que abalroou várias pessoas.
"Nem me apercebi que o carro se aproximava, quando o vi já estava em cima de nós. Foi tudo muito rápido" , afirmou a jovem, classificando o incidente como "assustador" e assegurando que foi depois "bem assistida" no hospital de Portimão.
A irlandesa falava aos jornalistas na avenida Francisco Sá Carneiro, que faz o acesso à Praia da Oura, zona onde, horas antes, foi abalroada pelo veículo, tendo ficado com múltiplas escoriações e ferimentos visíveis nos membros inferiores.
A turista contou ainda que esta é a sua primeira visita a Portugal e confessou que quando deixar o país, já na quarta-feira, irá levar consigo uma "má memória", mas com a consciência de que "podia ter sido pior".
Um português de férias em Albufeira avançou contra a multidão que estava numa rua de bares, cortada ao trânsito, e atropelou pelo menos 16 pessoas, deixando duas em estado grave. Quando foi detido pediu "desculpa", mas não revelou as suas intenções. Estava alcoolizado.
Devido à presença de vários estabelecimentos de animação noturna e à concentração de pessoas na via pública, sobretudo durante o verão, o trânsito está interditado na zona envolvente entre as 19:00 e as 06:00 e apenas acessível a residentes.
Durante parte do dia a conhecida rua dos bares é calma, servindo de passagem a quem vai para a praia, mas a partir do meio da tarde, e durante a noite, a aglomeração de pessoas e o consumo de álcool nos bares cria conflitos e desacatos, reconheceram à Lusa vários comerciantes.
Os lojistas, que preferiram não ser identificados, argumentando que têm receio de represálias, contaram que, para além do consumo excessivo de álcool, naquela zona há várias pessoas que alegadamente se dedicam à venda de produtos estupefacientes, aumentando o clima de insegurança.
Um dos comerciantes com quem a Lusa falou reclamou mais policiamento, defendendo a realização de rusgas nos estabelecimentos de diversão noturna para a eventual deteção de drogas, recordando que, há uns anos, era habitual haver esse tipo de operações nos bares e discotecas.
Em declarações à Lusa no local, o comandante do destacamento territorial de Albufeira da GNR explicou que o caso, que está a ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ), se encontra "em resolução", frisando que estão ainda em curso "várias diligências" antes de o detido ser presente a tribunal.
"O detido, neste momento, encontra-se na cela do destacamento territorial de Albufeira.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.