sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Malásia encerra escolas devido a fumo tóxico de incêndios na Indonésia› Moçambique exige História nacional às escolas estrangeiras e ensino privado presencial› Portugal notificado por suspeita de fraude com verbas: O que se sabe?› Retomada circulação na Linha da Beira Baixa após acidente que causou um morto› Hoje é notícia: Hospitais a alojar crianças; Ventura preferido para PM› Malásia fecha escolas em partes do país devido a fumo de incêndios na Indonésia› Primeiro-ministro e oposição em debate um dia após a entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2027› Governo timorense quer sensibilizar a população para efeitos do El Niño› Delegação de 27 deputados japoneses visita Taiwan em plena tensão com a China› 7h Saúde vai ter menos dinheiro no próximo ano› Malásia encerra escolas devido a fumo tóxico de incêndios na Indonésia› Moçambique exige História nacional às escolas estrangeiras e ensino privado presencial› Portugal notificado por suspeita de fraude com verbas: O que se sabe?› Retomada circulação na Linha da Beira Baixa após acidente que causou um morto› Hoje é notícia: Hospitais a alojar crianças; Ventura preferido para PM› Malásia fecha escolas em partes do país devido a fumo de incêndios na Indonésia› Primeiro-ministro e oposição em debate um dia após a entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2027› Governo timorense quer sensibilizar a população para efeitos do El Niño› Delegação de 27 deputados japoneses visita Taiwan em plena tensão com a China› 7h Saúde vai ter menos dinheiro no próximo ano
Últimas

6h. OE2027. Miranda Sarmento pede "responsabilidade"

Observador ·
6h. OE2027. Miranda Sarmento pede "responsabilidade"

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Jornal das 6 na Rádio Observador. Hoje há debate quinzenal no Parlamento com a presença do primeiro-ministro. Acontece um dia depois da apresentação da proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano. Ontem o ministro das Finanças pediu responsabilidade e o PS demonstrou dúvidas. Os socialistas querem perceber se o Executivo cumpriu duas das condições definidas para viabilizar o documento, neste caso, o investimento na conclusão de projetos do PRR e a recuperação dos prejuízos causados pelas tempestades. Na resposta, Joaquim Miranda Sarmento diz que o PS, perante a abstenção já anunciada por José Luís Carneiro, não pode agora desvirtuar o documento.

O Partido Socialista assumiu a responsabilidade de se abster e com isso viabilizar o orçamento. Não pode agora desvirtuar. O orçamento que entra tem um superávit. É muito importante para o país, até dada a situação internacional, que o orçamento que sai do Parlamento, depois da especialidade e da votação, mantenha esse equilíbrio das contas públicas, mantenha a redução da dívida pública e que não seja desvirtuado, porque isso seria uma enorme irresponsabilidade que o país pagaria caro.

É isso que, se acontecer, o que estão a dizer é que no próximo ano querem que o país tenha um déficit.

O apelo feito ontem pelo ministro das Finanças em entrevista à SIC. Já o líder parlamentar do PSD, em entrevista na CNN Portugal, Hugo Soares, deixa um voto de confiança aos socialistas.

Confio muito na responsabilidade, designadamente em matéria orçamental, do Partido Socialista. O Partido Socialista tem um histórico que nós conhecemos, um histórico que levou o país a momentos de grande dificuldade, levou o país a uma pré-bancarrota. Eu estou absolutamente convencido que essa página foi virada e essa rota foi transformada e o Partido Socialista sabe hoje a importância de termos contas públicas sãs e justas, como eu gosto de dizer. Portanto, estou manifestamente tranquilo que isso não acontecerá.

Hugo Soares, o líder da bancada parlamentar dos sociais-democratas, ontem à noite na CNN Portugal. Nota também para as reações dos partidos à proposta do orçamento do governo, com críticas à esquerda e à direita. Entre as queixas estão o aumento do custo de vida, a falta de investimento em alguns setores, mas também a ideia de que o documento apresentado pelo Executivo vai aumentar a despesa pública. João Lourenço.

André Ventura ainda não oficializou o sentido de voto do CHEGA na votação do próximo orçamento na generalidade. No entanto, o presidente do partido deixa pistas.

É muito claro que é um mau orçamento e que é um orçamento que não corresponde às necessidades das pessoas.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›