sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 0h Hoje há greve do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde nas áreas do diagnóstico e terapêutica› Tracking Poll: Chega cada vez mais próximo do PS. AD segura o terceiro lugar e desce nas intenções de voto› "Quem tiver aumentos até 4,5% pagará menos IRS em 2027". O que muda com o novo Orçamento do Estado?› Poupança com atualização dos escalões do IRS não vai além dos cinco euros por mês na maioria dos casos› PS pergunta a Ventura "porque é que foge à PJ" no caso do assalto ao gabinete do Chega› Oposição une-se contra o orçamento e garante que documento "não corresponde às necessidades das pessoas"› Um incêndio destruiu em minutos 20 anos de trabalho de uma família em Miranda do Douro› Museu gastou 70 mil euros a limpar fachadas. Poucos dias depois, voltou a ser vandalizado› Maricarmen queria morrer na sua casa. Foi despejada aos 87 anos e morreu duas semanas depois no hospital› Trump interrompido vezes sem conta em comício no Texas. Manifestantes acabam algemados› 0h Hoje há greve do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde nas áreas do diagnóstico e terapêutica› Tracking Poll: Chega cada vez mais próximo do PS. AD segura o terceiro lugar e desce nas intenções de voto› "Quem tiver aumentos até 4,5% pagará menos IRS em 2027". O que muda com o novo Orçamento do Estado?› Poupança com atualização dos escalões do IRS não vai além dos cinco euros por mês na maioria dos casos› PS pergunta a Ventura "porque é que foge à PJ" no caso do assalto ao gabinete do Chega› Oposição une-se contra o orçamento e garante que documento "não corresponde às necessidades das pessoas"› Um incêndio destruiu em minutos 20 anos de trabalho de uma família em Miranda do Douro› Museu gastou 70 mil euros a limpar fachadas. Poucos dias depois, voltou a ser vandalizado› Maricarmen queria morrer na sua casa. Foi despejada aos 87 anos e morreu duas semanas depois no hospital› Trump interrompido vezes sem conta em comício no Texas. Manifestantes acabam algemados
Economia

A entrada do Estado no capital da REN

Jornal Económico ·
A entrada do Estado no capital da REN

O Governo anunciou que o Estado iria voltar ao capital da REN através da compra duma posição de 13,7%.

Será que o Governo também se prepara para o Estado vir a tomar ou a reforçar posições no capital de outras empresas e bancos, tais como a Galp (onde o Estado tem neste momento 8% do capital), ANA ou BCP? Será que o anunciado Fundo Soberano servirá para o Estado vir a deter participações nestas e noutras empresas consideradas pelo Governo como estratégicas? E onde irá o Governo arranjar o dinheiro para financiar tudo isto? São tudo questões que o anunciado Fundo Soberano e a tomada de participação na REN suscitam.

Criámos, como Ministro da Indústria e Energia, a REN como empresa concessionada pelo Estado para o transporte de eletricidade no contexto da desverticalização da EDP e criámos também a ERSE para regular os monopólios naturais das redes de transporte e distribuição de energia.

Aplicámos então a teoria económica que diz que o Estado-acionista que sai quando privatiza esses monopólios naturais deve ser substituído pelo Estado-regulador.

É, pois, a ERSE que fixa o custo do serviço de transporte da eletricidade e agora também do gás natural prestado pela REN e por isso não faz sentido a afirmação do primeiro-ministro que o Estado vai comprar 13,7% do capital da REN para baixar o preço da energia.

Se o quiser fazer deve antes instruir a sua ministra do Ambiente e Energia para racionalizar o setor elétrico, tornando-o menos dependente do poderoso lóbi das renováveis intermitentes.

O Governo poderá modificar o contrato de concessão com a REN, se assim o entender.

E o plano de investimentos da REN é aprovado pelo Governo, mediante parecer da ERSE.

Só consigo então entender a decisão pelas seguintes razões: na União Europeia, a REN é o único operador de transporte sem capital público.

Entender-se-á que a privatização da totalidade do capital no governo Passos Coelho foi longe de mais…; o desejo de tirar da REN as funções de Despacho e Planeamento e nesse sentido a presença do Estado como acionista facilitará o diálogo com os outros acionistas.

Recentemente o Reino Unido fez isso, criando um novo operador, a NESO, que ficou com essas funções retiradas da National Grid.

Em Portugal, já tivemos esse modelo com o Repartidor Nacional de Cargas (o então Despacho) e a Companhia Nacional de Eletricidade, a REN da altura.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›