Pensava ter perdido a família no Holocausto. Um teste de ADN encontrou dezenas de parentes
Adriana Turk, de 74 anos, acreditava ser a última pessoa viva da sua família — até um teste de ADN a ter reunido com dezenas de familiares espalhados pelo mundo Quando o irmão morreu, no ano passado, Adriana Turk pensou que tinha ficado sozinha no mundo.
Acreditava que o resto da família tinha morrido no Holocausto.
Mas, aos 74 anos, decidiu fazer um teste de ADN para saber mais sobre as suas origens.
O que descobriu mudou-lhe a vida: toda uma árvore genealógica com dezenas de primos afastados, familiares e filhos destes, espalhados pelo mundo.
Na última semana conheceu um
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