quinta-feira, 8 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Rangel rejeita crise do multilateralismo e espera rápida resolução para situação na Guiné-Bissau› Governo estima arrecadar mais 166 ME com impostos sobre tabaco e álcool› Tribeca Lisboa muda-se para a Avenida da Liberdade› Israel afirma ter eliminado três "agentes militares" em Gaza› "O PS assumiu a responsabilidade. Não pode agora desvirtuar o OE"› Governo francês garante substituição de três mil professores em 24 horas› Exército israelita reclama eliminação de 3 paramilitares em Gaza› Fuzilamento de autor de massacre em base militar no Texas será transmitido em direto› EuroDreams sai a 2 apostadores lá fora. Para Portugal, vêm 3.º prémios› Israel distingue passageiros que salvaram voo após ataque na Flydubai› Rangel rejeita crise do multilateralismo e espera rápida resolução para situação na Guiné-Bissau› Governo estima arrecadar mais 166 ME com impostos sobre tabaco e álcool› Tribeca Lisboa muda-se para a Avenida da Liberdade› Israel afirma ter eliminado três "agentes militares" em Gaza› "O PS assumiu a responsabilidade. Não pode agora desvirtuar o OE"› Governo francês garante substituição de três mil professores em 24 horas› Exército israelita reclama eliminação de 3 paramilitares em Gaza› Fuzilamento de autor de massacre em base militar no Texas será transmitido em direto› EuroDreams sai a 2 apostadores lá fora. Para Portugal, vêm 3.º prémios› Israel distingue passageiros que salvaram voo após ataque na Flydubai
Últimas

Eva Menasse: “Na Áustria, como na Alemanha, os judeus eram o bode expiatório perfeito”

Diário de Notícias ·
Eva Menasse: “Na Áustria, como na Alemanha, os judeus eram o bode expiatório perfeito”

Vienna , o seu primeiro romance, saiu há duas décadas e nasce da história da sua família.

Como é que uma família judia conseguiu sobreviver em Viena durante a Segunda Guerra Mundial? Parece um milagre.

Porque a minha avó não era judia e decidiu não se divorciar do meu avô judeu.

Nestes casos, a Gestapo tentava forçar o divórcio, e há investigação histórica sobre isso: muitos homens não judeus aproveitaram a oportunidade para se separarem das mulheres, enquanto as mulheres não judias, em geral, não se divorciavam.

Provavelmente por terem uma visão mais tradicional da família.

A minha avó sofreu todas as leis antissemitas depois de decidir não se divorciar.

Tiveram de se mudar para um apartamento com outros judeus.

Muitos foram deportados, pouco a pouco.

Mas não se podia deportar alguém que ainda tivesse um cônjuge ariano, e o meu avô estava nessa situação.

Tiveram de mandar os filhos embora para o estrangeiro, o que foi a parte mais cruel de toda a experiência.

Ela ficou com ele até ao fim da guerra.

Depois estavam livres e podiam tentar encontrar os filhos.

Mas houve membros da família que não sobreviveram.

A minha bisavó, mãe do meu avô, tinha mais de 80 anos e foi enviada para Theresienstadt, ou Terezín, onde foi morta.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›