4h. André Ventura saúda promulgação da lei das burcas
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Boa noite. Começamos com os incêndios. Há, a esta hora, oito focos considerados mais significativos pela Proteção Civil. Destaque para o incêndio de Arouca, que mobiliza, neste momento, quase 500 operacionais e 160 meios terrestres. O fogo tem, esta noite, quatro frentes ativas, mas o segundo comandante da sub-região de Aveiro, Ricardo Fradique, ao início da madrugada, esperava uma noite com janelas de oportunidades.
Neste momento, a maior dificuldade para o combate será os acessos ao local do incêndio, uma vez que estamos perante escarpas muito grandes e que torna muito difícil a progressão no terreno. Durante a noite, parece termos uma janela de oportunidade para conseguirmos efetuar o melhor combate. Vamos aguardar que as máquinas de rasto continuem a abrir caminhos para os bombeiros e as outras forças intervenientes possam entrar. Neste momento, temos a situação de Buçaco e Guedos, situação já mais calma, situação de Covelo de Paivô e Candal. Candal, esta já é uma povoação do distrito de Viseu, da sub-região de Viseu Dão Lafões. É onde está a chegar, neste momento, o incêndio, mas não há qualquer perigo, neste momento, para as populações.
Ricardo Fradique, o segundo comandante da sub-região de Aveiro, em declarações à SIC, realça que nenhuma aldeia foi evacuada e que não foi necessário cortar nenhuma estrada perante o incêndio que começou segunda-feira à noite. Já em Santo Tirso, há, por esta hora, duas frentes ativas. Informação avançada ao início da noite pelo comandante dos bombeiros tirsensos à RTP, Vítor Pinto, espera dominar o fogo durante esta noite.
Elas continuam ativas, com menos intensidade, e o que procuramos durante esta noite é consolidar e fechar totalmente estas duas frentes.
Não houve necessidade de evacuar casas, embora às vezes estivesse muito próximo de algumas habitações.
Sim, neste perímetro urbano florestal, é normal que tenhamos muita pressão sobre as habitações. Os meios não sentiram a necessidade de fazer evacuações das habitações.
Vítor Pinto, o comandante dos bombeiros tirsensos, em declarações à RTP. Por esta hora, estão no teatro de operações 200 bombeiros e mais de 60 meios terrestres a combater o incêndio que começou segunda à tarde. E em Torre de Moncorvo, o incêndio que lavra deste sábado é combatido por quase 500 operacionais e mais de 150 veículos. Por esta hora, os bombeiros combatem três frentes ativas. O major Hernâni Martins, da GNR, explica à RTP que estão no terreno para proteger as populações.
Esse é o nosso objetivo, chegar junto da população, sensibilizada para a problemática das chamas se aproximarem das suas casas e também para garantir a sua segurança. E garantir a sua segurança só se faz com tranquilidade. Procurar que as mesmas, se for necessário, retiradas das casas para um confinamento, assim se fará.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.