Bolsas da Europa fecham em queda com Oriente Médio e dados da UE no radar
As bolsas europeias operaram sem fôlego nesta sexta-feira (14) e fecharam majoritariamente em queda, conforme os investidores acompanhavam as tensões no Oriente Médio e os dados de crescimento da zona do euro.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.750,11 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,51%, a 26.432,86 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,16%, a 8.636,80 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB teve baixa de 0,20%, a 53.583,61 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,12%, a 20.144,35 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 fechou estável, a 9.254,52 pontos.
As cotações são preliminares.
Leia Mais FGV: 59,3% acreditam não perder emprego ou renda nos próximos 6 meses Quina acumula para próximo sorteio e chega a R$ 5,7 milhões; veja dezenas Lei da Reciprocidade: Entenda como funciona processo iniciado contra os EUA As ações europeias tiveram dificuldade em encontrar um rumo definido nos últimos dias, enquanto o petróleo caminha para um ganho semanal de quase 6%.
A falta de um acordo duradouro sobre o Estreito de Ormuz e as ameaças contínuas tanto no Estreito quanto no Mar Vermelho devem manter um prêmio geopolítico considerável, afirma o MUFG.
Apesar das incertezas e do avanço do petróleo nos últimos meses, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,4% no segundo trimestre, mantendo um ritmo de crescimento próximo ao seu padrão de longo prazo, observa a Capital Economics.
O comércio do bloco apresentou superávit ajustado de 1,8 bilhão de euros em junho, contrastando com o déficit de 6,1 bilhões de euros de maio.
Em paralelo, o Goldman Sachs elevou seu preço-alvo de 12 meses para o índice Stoxx 600, citando a solidez dos lucros corporativos e a resiliência das economias da Europa.
O banco de investimento agora espera que o índice pan-europeu alcance 695 pontos, ante a previsão anterior de 660 pontos.
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