Ibovespa hoje fecha em queda pela 9ª sessão; dólar sobe e fica em R$ 5,22
O Ibovespa reduziu as perdas no fim do pregão, mas ainda fechou em queda nesta sexta-feira, a nona seguida, em meio à saída de estrangeiros da bolsa paulista, com o último pregão da semana também marcado por vencimento de opções sobre ações e repercussão de balanços.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,1%, a 166.934,20 pontos, acumulando uma perda de 3,23% na semana.
Na mínima do dia, chegou a 164.835,38 pontos.
Na máxima, a 167.099,46 pontos.
Já os índices de NY fecharam em baixa nesta sexta-feira, pressionado pela Applied Materials, enquanto os investidores assimilavam dados de vendas no varejo abaixo do esperado.
A Applied Materials registrou queda de 5,1% depois que sua previsão trimestral otimista não conseguiu impressionar os investidores.
As ações da fabricante de equipamentos para chips dobraram de valor em 2026 devido à forte demanda relacionada à expansão dos data centers de IA.
O S&P 500 recuou 0,17%, encerrando o pregão em 7.785,76 pontos.
O Nasdaq caiu 0,28%, para 26.729,16 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average perdeu 0,20%, para 53.732,41 pontos.
Os contratos futuros de petróleo subiram mais de US$1 por barril nesta sexta-feira, devido aos ataques a petroleiros e à falta de avanços em um acordo de paz entre o governo Trump e a liderança do Irã.
Os futuros do Brent fecharam a US$88,52 por barril, com alta de US$1,45, ou 1,67%.
Os futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos Estados Unidos fecharam a US$82,40, com alta de US$1,15, ou 1,42%.
O dólar fechou a sessão desta sexta-feira em alta firme contra o real, na contramão do exterior, marcando a maior sequência de altas diárias do ano em meio a um movimento de aversão ao risco nos mercados brasileiros e acumulando na semana uma valorização de 2,7%.
A desvalorização do real — que nesta sessão acompanhou queda do Ibovespa e alta generalizada dos juros futuros — se dá em meio a uma saída de capital do mercado brasileiro, à medida que grandes fundos reduzem sua exposição ao Brasil no período pré-eleitoral.
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