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Ibovespa fecha em queda com balanços e inflação nos EUA em foco; dólar sobe a R$ 5,19

Valor Investe ·
Ibovespa fecha em queda com balanços e inflação nos EUA em foco; dólar sobe a R$ 5,19

Os mercados acionários globais avançaram nesta quinta-feira (13), depois que novos dados de inflação nos Estados Unidos reforçaram a expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) ficou estável em julho ante junho, abaixo da alta de 0,2% esperada pelo mercado, dando novo impulso às bolsas americanas.

No Brasil, porém, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, a B3, não acompanhou o movimento externo e operou em campo negativo, desde a abertura, com os investidores reagindo à temporada de balanços e ao cenário doméstico, engatando a oitava queda consecutiva.

O Ibovespa fechou em queda de 0,23%, a 167.101 pontos.

Já o dólar avançou 0,25% frente ao real, cotado a R$ 5,19.

Nos EUA, o Dow Jones subiu 0,13%, o S&P 500 ganhou 0,6% (e renovou recorde de fechamento) e o Nasdaq teve alta de 0,8%.

O petróleo tipo Brent recuou 1,4%, a US$ 87 o barril.

O PPI ficou estável na comparação com o mês anterior - era esperada uma alta de 0,2%, de acordo com a mediana das expectativas coletadas pelo Wall Street Journal -, o que aumenta ainda mais o apelo para que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) mantenha as taxas de juros inalteradas na próxima reunião, em setembro.

A notícia, boa por lá, não anima a bolsa brasileira.

Movimentos recentes de alta das bolsas americanas vieram acompanhados de fluxos negativos no Brasil.

A principal tese de investimentos atualmente - infraestrutura de inteligência artificial - é ausente no Ibovespa, principal índice de ações brasileiras, o que diminui a atração de fluxo em momentos de apetite por risco.

Desde ontem, as chances de uma alta de juros em setembro caíram, segundo o CME FedWatch Tool.

Elas eram de 55% há uma semana, passaram para 40,6% ontem e hoje são de apenas 38,4%.

Em contrapartida, na mesma base de comparação, a probabilidade de que os juros fiquem inalterados saltou de 45% para 61,6%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.

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