Diretor do Vasco confirma que David seguirá jogando durante investigação
O Centro de Treinamento do Vasco foi alvo de uma operação policial na manhã desta segunda-feira (31), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão direcionado ao atacante David.
O atleta é alvo de uma operação da Polícia Civil contra o tráfico de drogas e armas e por possíveis vínculos com uma facção criminosa.
Em pronunciamento realizado no período da tarde, durante a apresentação oficial do jogador Bruno Duarte , o diretor de futebol Cruzmaltino, Admar Lopes, confirmou que o clube colabora com as investigações, mas garantiu a permanência de DVD nas atividades regulares da equipe.
Jogador do Vasco é alvo de operação contra tráfico de drogas e armas no RJ | CNN NOVO DIA Leia Mais David fez dois gols pelo Vasco antes de ser alvo de operação contra tráfico SAF do Vasco: Agência trava venda a Marcos Lamacchia Quem é David Corrêa, atacante do Vasco alvo de operação da Polícia Civil “Queria oficialmente comunicar em nome do Vasco , vários colegas questionaram em relação ao que ocorreu em relação ao nosso atleta David Corrêa.
Quero dizer que o Vasco está colaborando com as autoridades e até haver uma resolução, o clube não vai tecer qualquer comentário.
E dizer que o jogador continua a trabalhar normalmente nos próximos dias e está disponível para jogar”, declarou Admar Lopes.
Admar Lopes, diretor de futebol do Vasco • A diretoria optou por preservar o jogador para os compromissos da temporada, resguardando qualquer juízo de valor até que o caso seja esclarecido pelas instâncias competentes.
Com DVD no elenco, o Vasco se prepara para o duelo decisivo contra o Vitória, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil.
Na partida de ida, em São Januário, o Cruzmaltino venceu por 1 a 0 .
Entenda operação em que David é alvo David é alvo de operação da Polícia Civil contra o tráfico de drogas e armas e por possíveis vínculos com uma facção criminosa.
São cumpridos três mandados de busca e apreensão em alvos na Barra da Tijuca e em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio, em ação decorrente de investigação da Polícia Civil do Espírito Santo.
A operação apura a atuação de um grupo, que possui ramificações em diferentes estados.
Segundo as investigações, também são analisados possíveis envolvimentos de atletas profissionais e empresários com a organização criminosa.
No Rio de Janeiro, a ação é coordenada pela 14ª DP (Leblon), com apoio da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Desarme) e de outras unidades do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC).
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