Bruno Henrique salva injustiça no Maracanã
O primeiro tempo no Maracanã só pode ser definido como um massacre rubro-negro. Dezoito finalizações a zero, com direito a milagres de Hugo Souza e uma bola salva de cabeça em cima da linha por João Pedro. A equipe mista do Corinthians mal alcançou o raio de visão de Rossi, que poderia ter passado a etapa inicial no vestiário sem fazer falta.
Na volta do intervalo, finalmente o gol. Paquetá precisou de dois minutos para furar o bloqueio alvinegro, no que parecia ser a abertura de um placar elástico. Os visitantes continuavam sem finalizar e os donos da casa continuavam perdendo gols.
Mas o futebol tem dessas coisas. Em uma das raras oportunidades do time de Fernando Diniz, Gui Negão completou o cruzamento para o fundo do gol, dando fim a um jejum que durava sete meses. A única finalização no alvo de todo o confronto.
A injustiça da bola ia se concretizando até os 43 minutos, quando Bruno Henrique cabeceou com precisão, garantindo a vitória e a liderança do campeonato. Com a entrada de Garro e companhia, o Corinthians melhorou e passou a competir. Não bastou para segurar o Flamengo.
Em Quito, o Flamengo jogou pior que o Independiente Del Valle. Venceu por 2 a 0. No Maracanã, quase desperdiçou um domínio absurdo e dois pontos dentro de casa. Quase.
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