Conheça Peter Max, ícone da arte psicodélica, que morreu aos 88 anos
Peter Max , um dos ícones da arte psicodélica durante o movimento Flower Power morreu aos 88 anos, na segunda-feira, 14.
A notícia foi confirmada pelo filho, Adam Max, em comunicado, na quarta-feira, 16.
A causa da morte não foi divulgada.
“Recordaremos da sua criatividade extraordinária, seu calor humano, sua curiosidade e a maneira como ele via beleza e possibilidades em toda parte”, escreveu Adam Max no comunicado.
“Sua arte tornou-se parte da cultura americana, mas o homem por trás dessa arte, o pai que conhecemos e amamos, é a pessoa de quem mais sentiremos falta.” Filho de judeus, Max Peter nasceu em Berlim, mas se mudou com a família para Xangai, na China, no primeiro ano de vida, em 1938.
A família ainda morou em Israel e Paris antes de chegar a Nova York, em 1953.
Max iniciou sua formação artística, depois de finalizar o ensino básico, na Art Students League of New York, escola de arte tradicional de Manhattan.
Aprendeu sobre desenho da figura humana e composição com Frank J.
Reilly, contemporâneo de Norman Rockwell.
No início da década de 1960, abriu o primeiro estúdio junto com Thomas Aquinas Daly.
Poucos anos depois, se tornou um dos principais nomes da contracultura, integrando o movimento hippie que tomava Nova York.
Continua após a publicidade Cunhado pelo poeta Allen Ginsberg, Flower Power foi um slogam usado entre as décadas de 1960 e 1970 para um movimento de resistência passiva, sem uso de violência, com raíz nas manifestações contra o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã.
Peter Max foi não ficou preso aos movimentos sociais, ganhando reconhecimento popular.
Amigo de diversas celebridades, incluindo os Beatles, foi responsável por pintar seus famosos retratos da Estátua da Liberdade na Casa Branca a convite da mulher de Ronald Reagan, Nancy, em 1981.
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