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Reforma tributária muda nota fiscal e exige mais dados das empresas

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Reforma tributária muda nota fiscal e exige mais dados das empresas

Para quem recebe uma nota fiscal , a reforma tributária pode parecer uma mudança restrita ao documento que aparece na tela ou é impresso.

Para as empresas, porém, uma parte importante da transformação está nos dados que ficam por trás da nota.

O novo modelo prevê novas informações relacionadas ao IBS e à CBS nos documentos fiscais e exige que esses dados sejam registrados e processados corretamente.

A nota fiscal, nesse cenário, não é apenas um comprovante da operação.

Ela reúne informações utilizadas por sistemas e diferentes áreas da empresa.

Um erro em um código ou classificação pode levar à rejeição do documento e gerar retrabalho, enquanto os dados registrados também podem ser usados em cruzamentos.

Notas de real e uma calculadora ilustram a importância das informações financeiras e fiscais na rotina das empresas durante a transição para a reforma tributária – Imagem: rafastockbr / Shutterstock Esta é a quinta reportagem de uma série do Olhar Digital sobre como empresários podem se preparar para a reforma tributária.

Nas próximas reportagens, vamos aprofundar outros impactos da mudança.

Leia também: Reforma tributária: o que pequenas empresas precisam fazer até 2027 Reforma tributária pode mudar a competitividade de empresas do Simples Nacional O que é o split payment e como ele pode reduzir o capital de giro das pequenas empresas Reforma tributária pode causar problemas em empresas que apenas atualizarem seus sistemas sem revisar dados e processos O que muda nas notas fiscais com a reforma A reforma tributária prevê a inclusão de informações relacionadas ao IBS e à CBS nos documentos fiscais eletrônicos.

A implementação segue cronogramas específicos conforme o tipo de documento, com alterações nos layouts e nas regras de validação.

Em 2026, começou a etapa de adaptação dos documentos fiscais às novas regras.

Para NF-e e NFC-e, o cronograma estabeleceu 3 de agosto de 2026 como início da obrigatoriedade de emissão conforme as novas regras .

Outros documentos têm cronogramas próprios, como a NFS-e .

Por isso, as empresas precisam verificar quais regras se aplicam às suas operações e acompanhar as atualizações técnicas correspondentes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.

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