Selic a 13,75% e caindo: onde deixar a reserva de emergência agora
Foto: iStock A queda da Selic muda aos poucos a conta para quem mantém dinheiro em produtos de renda fixa .
Com a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, após o quinto corte consecutivo, e a expectativa de que ela chegue a 12% em 2027, investidores começam a reavaliar onde deixar a reserva de emergência.
O movimento não significa que a reserva de emergência deva deixar os investimentos pós-fixados.
Afinal, a principal função desse dinheiro é estar disponível para cobrir despesas inesperadas, e não necessariamente buscar o maior retorno possível.
Mas, em um cenário de juros menores, ganham peso na decisão questões como diferenças de tributação, custos e liquidez.
Entre as alternativas estão a poupança, CDBs com liquidez diária , Tesouro Selic, fundos DI e ETFs de renda fixa .
Uma das opções desse último grupo é o LTBX11 , ETF da XP que combina títulos públicos pós-fixados com uma parcela de títulos atrelados à inflação.
Selic caiu, mas ainda está em patamar elevado O Copom reduziu a Selic de 14% para 13,75% ao ano em 16 de setembro.
Foi o quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual desde o início do ciclo de redução, em março.
Ao todo, a taxa caiu 1,25 ponto percentual no período.
Apesar da sequência de cortes, o Banco Central destacou na ata da reunião que o cenário ainda exige cautela e que a continuidade do processo dependerá da evolução dos dados econômicos.
Enquanto isso, o mercado já trabalha com juros mais baixos à frente.
No Boletim Focus de 21 de setembro, a mediana das projeções para a Selic no fim de 2026 caiu de 13,75% para 13,50%, enquanto a expectativa para 2027 permaneceu em 12%.
É nesse ambiente que a escolha dos produtos usados para guardar a reserva de emergência ganha importância.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.