O silêncio de Adélio
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Adélio Bispo de Oliveira (foto), o homem que esfaqueou Jair Bolsonaro (PL) em 2018, recusou-se a responder a perguntas durante uma nova avaliação de seu estado de saúde mental, diz o Metrópoles . Uma equipe esteve na Penitenciária Federal de Campo Grande em 11 de junho.
Segundo relatos, Adélio aceitou receber os profissionais, mas permaneceu em silêncio durante a avaliação e apresentou agitação.
Mesmo sem responder aos questionamentos, os integrantes da equipe fizeram registros sobre seu quadro.
Uma psicóloga registrou psicose afetiva. Um enfermeiro e outra psicóloga classificaram o quadro como esquizofrenia e outras psicoses orgânicas.
Uma assistente social também apontou esquizofrenia e relatou um comportamento que, segundo ela, não aparecia em avaliações anteriores.
Adélio possui diagnóstico de esquizofrenia paranoide e, segundo avaliação realizada neste ano, apresenta grave comprometimento do contato com a realidade.
A atualização da avaliação biopsicossocial serve para definir necessidades de tratamento e atualizar seu plano individual de acompanhamento.
Adélio foi considerado inimputável pela Justiça pelo ataque contra Bolsonaro e cumpre medida de segurança, em vez de pena de prisão. Não há atualmente previsão de que ele seja colocado em liberdade.
Em 2024, a Polícia Federal encerrou o inquérito sobre o atentado e reiterou que Adélio agiu sozinho.
O ataque ocorreu em 6 de setembro de 2018, durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), quando Bolsonaro foi atingido por uma facada.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.