Após reunião com Lula, Motta e Alcolumbre anunciam votação do fim taxa das blusinhas
Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), anunciaram a previsão de votação da Medida Provisória que acaba com a chamada “taxa das blusinhas” após reunião com o presidente Lula (PT) para debater as pautas prioritárias do governo federal no Congresso Nacional, nesta quarta-feira (26).
Segundo Motta, a MP será votada na semana que vem.
Logo após a reunião, o presidente da Câmara ainda anunciou o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) como presidente da comissão mista que vai analisar a Medida Provisória.
“A MP vence no meio de setembro.
É uma vitória não apenas das pessoas que compram nessas plataformas.
Muitas indústrias brasileiras fornecem por essas plataformas produtos que são vendidos por empresas brasileiras.
É uma medida que será importante para nossa economia”, afirmou Motta.
A MP foi apresentada pelo governo Lula em maio e suspendeu imediatamente o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares.
No entanto, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional até 8 de setembro para não perder a validade.
Após a reunião, Alcolumbre também comentou sobre a votação da MP e afirmou concentrará esforços para aprovar a medida.
“Sobre a MP do fim da taxação das blusinhas, faço o compromisso com o Brasil e com o presidente Lula de que, na semana que vem, mesmo com o tempo curto do esforço concentrado, vamos deliberar essa matéria para ela virar lei”, disse.
A reunião de Lula, Alcolumbre e Motta nesta quarta-feira também tratou de outros temas urgentes, como a PEC pelo fim da escala 6×1 e a PEC da Segurança Pública.
As pautas, que estavam travadas no Senado por Alcolumbre, começaram a tramitar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na última semana, e também têm previsão de votação para a próxima quarta-feira (2).
PECs da 6×1 e da Segurança Pública chegam à CCJ APEC que acaba com a escala 6×1 e a PEC da Segurança Pública chegaram à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal na última sexta-feira (21).
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