Segurança digital como parte do negócio: a necessidade do CISO nas corporações
A transformação acelerada dos ambientes corporativos e a convergência de tecnologias exigem que a segurança da informação seja tratada como pilar estratégico dos negócios.
Como orquestradora de ecossistemas tecnológicos e cibersegurança para o mercado, a Claro empresas levou ao maior evento de tecnologia do setor financeiro, o Febraban Tech 2026, um debate sobre o papel do CISO (Chief Information Security Officer) e a necessidade de construir uma infraestrutura baseada na confiança.
A iniciativa reflete a atuação da marca ao fomentar encontros e promover uma comunidade ativa de lideranças da área, cuja primeira edição do CISO Next deu origem a discussões que se desdobram até o segundo encontro, previsto para setembro.
De acordo com o mediador do painel, Carlos Aros, da MIT, a parte mais importante da conversa é engajar a comunidade em torno das principais transformações do setor.
“O CISO Next, esse nosso encontro com CISOs, com essa comunidade, tem como objetivo trazer para o mercado insights, provocações, endereçar algumas perguntas — não necessariamente trazer as respostas, mas ajudar a pavimentar caminhos possíveis para a construção dessas respostas”, afirmou Aros.
Ecossistemas digitais: meta de trazer confiança A migração para a nuvem, a adoção de agentes de Inteligência Artificial (IA) e a conexão com múltiplos parceiros expandiram a estrutura das companhias além do perímetro físico.
Segundo o CISO da Claro empresas, Denis Nesi, a viabilização dessas jornadas exige uma operação integrada que ofereça garantias aos clientes e parceiros operacionais.
“Quando a gente desenha uma jornada digital na qual coloca segurança, privacidade e governança, o que a gente tem que gerar no final é essa confiança digital”, disse Nesi.
Nesse cenário de interconexão, a preservação da soberania digital depende da capacidade de orquestrar a entrada de tecnologias emergentes trazidas por parceiros de negócio.
Atuando como hub que habilita a conexão segura entre companhias e bancos, a Claro empresas estrutura a integração de modelos de linguagem de terceiros, garantindo que as ferramentas de automação operem sob rígidos critérios de controle, mensuração e higienização de dados corporativos.
Da esquerda para direita: Carlos Aros, Denis Nesi, José Luiz Santana e Leandro Granja.
Foto: Fernando Prandi/InfoMoney A complexidade das cadeias de suprimentos e o relacionamento com terceiros tornaram as jornadas de produtos dependentes de múltiplos fatores.
Conforme o CISO do Santander, Leandro Granja, as vulnerabilidades em qualquer ponto da rede podem comprometer a estrutura inteira.
“Nosso perímetro antes era linear; hoje é uma teia de aranha que se conecta a outras teias”, reforçou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.