O que os candidatos de partidos menores propõem para o Paraná? Veja os principais pontos dos planos de governo
Os cinco candidatos ao Governo do Paraná, que são filiados a partidos considerados menores na disputa, apresentam planos de governo com propostas bastante diferentes para o Estado.
Adriano Funileiro (PCO) , Alexandre Salomão (Mobiliza) , Luiz França (Missão), Samuel de Mattos (PSTU) e Tayna Miessa (Unidade Popular) defendem mudanças em áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura, transporte e administração pública .
Os cinco estão entre os oito candidatos registrados para a disputa pelo Palácio Iguaçu nas Eleições 2026.
Luiz França, Samuel de Mattos, Alexandre Salomão, Adriano Funileiro e Tayna Miessa estão entre os candidatos ao Governo do Paraná nas eleições de 2026.
Foto: Montagem A diferença aparece principalmente na forma de atuação defendida para o Estado.
Enquanto alguns programas apostam em gestão por resultados, equilíbrio fiscal e atração de investimentos , outros propõem ampliar fortemente a participação do poder público, estatizar serviços e aumentar a participação de trabalhadores e movimentos sociais sobre as decisões.
Plano de governo de Requião Filho aposta em mais serviço público, fim de privatizações e regionalização da saúde Plano de governo de Moro prevê agência anticorrupção, Tabela SUS Paraná e mais escolas cívico-militares Plano de governo de Sandro Alex aposta em cinco “pontes” para projetar o Paraná até 2030 A Banda B separou os principais pontos defendidos por cada um dos candidatos.
Adriano Funileiro: estatizações, serviços públicos e controle popular estão no centro do plano O plano de Adriano Funileiro (PCO) apresenta uma proposta de ruptura com o atual modelo de administração pública.
A chapa conta com Zé Carlos como candidato a vice, apresenta o chamado “programa de luta ”, dividido em 15 tópicos, discorridos em sete páginas .
O documento coloca como lema a defesa da revolução, do governo operário, e afirma que a candidatura pretende utilizar a eleição como instrumento de organização política dos trabalhadores.
O programa defende mudanças profundas na saúde e na educação, com ampliação dos serviços públicos, realização de concursos e combate às terceirizações.
Na saúde , a proposta está associada à estatização dos serviços e ao fim da participação privada na gestão.
Na educação , defende o fortalecimento da rede pública e políticas voltadas à permanência dos estudantes e à valorização dos profissionais.
Na infraestrutura, coloca a estatização do transporte público entre suas principais bandeiras.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.