Campanha de Flávio avalia se defende ou não proibição total de bets
A campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) ainda não definiu se vai defender a proibição total das apostas esportivas e dos jogos on-line, as chamadas bets, segundo o vice na chapa, deputado federal Alfredo Gaspar (PL).
O correligionário, no entanto, avalia que será necessário rever a regulamentação atual e estabelecer medidas mais rígidas para conter os impactos negativos da atividade.
Leia mais Eleições 2026: "Quem vence em Minas, ganha a eleição", diz Flávio em evento Lula estreia estúdio de campanha com defesa do fim da "taxa das blusinhas" Caiado tenta guinada em pesquisas após troca em time da campanha Após evento promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), nesta terça-feira (18), em Brasília, Gaspar criticou duramente a regulamentação das apostas promovida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) .
Segundo ele, a legalização da atividade teria retirado R$ 62 bilhões de brasileiros que precisam dos recursos para despesas básicas, como alimentação e medicamentos.
Ele ainda declarou que a regulamentação “destruiu a saúde mental do brasileiro com a jogatina”.
“Quem regulamentou a jogatina no Brasil tem nome e sobrenome: o governo do PT.
Qual a consequência? R$ 62 bilhões retirados de quem precisa comprar comida, remédio, sustentar minimamente e de forma digna a família.
Quem destruiu a saúde mental do brasileiro com a jogatina? A regulamentação feita pelo governo Lula.” Apesar das críticas, Gaspar afirmou que Flávio Bolsonaro ainda não tem uma posição definida sobre a proibição total das bets .
A avaliação, por enquanto, é de que será necessário estabelecer limites e revisar as regras para ampliar a proteção às famílias.
“A gente não tem tudo pronto na ponta da língua.
A gente tem o que vai corrigir”, afirmou.
Segundo Gaspar, a campanha pretende “corrigir o que está acontecendo nessa regulamentação absurda da jogatina desenfreada”.
De acordo com o candidato a vice, a revisão deverá ser dimensionada de acordo com o impacto das apostas sobre a população.
Ele defendeu um “freio de arrumação” e, sem entrar em mais detalhes, afirmou que a mudança terá o tamanho que considerar necessário para enfrentar o problema.
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