Vivo amplia SOC com IA agêntica em parceria com Palo Alto Networks
A Vivo anunciou um novo modelo de operação de segurança, baseado em um SOC (Security Operations Center) agêntico , com tecnologia Cortex XSIAM, da Palo Alto Networks .
A estrutura, apresentada durante a Febraban Tech 2026, incorpora agentes de inteligência artificial às operações de segurança para automatizar etapas de detecção, análise e resposta a ameaças.
A nova oferta combina a operação de serviços de cibersegurança da Vivo com tecnologias da Palo Alto Networks, incluindo recursos de Managed Detection and Response (MDR), Extended Detection and Response (XDR), inteligência de ameaças, automação e segurança em nuvem.
Segundo a empresa, a operação atualmente atende mais de 130 mil clientes corporativos.
A adoção de IA pelos próprios criminosos é um dos fatores que impulsionam a mudança.
De acordo com o 2026 Unit 42 Global Incident Response Report , da Palo Alto Networks, os incidentes cibernéticos mais rápidos resultaram em roubo de dados em 1,2 hora em 2025, contra 4,8 horas no ano anterior.
Nesse cenário, a proposta do SOC agêntico é reduzir o tempo entre a identificação e a resposta a um incidente.
Agentes de IA passam a executar tarefas operacionais, como análise e bloqueio de ameaças, enquanto os especialistas de segurança ficam concentrados em investigação, atividades estratégicas e decisões que exigem avaliação humana.
A estrutura também foi desenhada para ambientes híbridos e multicloud, reunindo monitoramento contínuo e ferramentas de segurança em uma mesma operação.
Leia também: Confira tudo o que aconteceu no IT Forum Praia do Forte 2026 “A inteligência artificial está transformando a forma como as empresas operam e a maneira como os ataques cibernéticos acontecem.
Por meio do SOC Agêntico desenvolvido em parceria com a Palo Alto Networks, damos um passo importante para colocar essa mesma capacidade de inovação a serviço da proteção digital dos nossos clientes”, afirma Karina Baccaro, diretora de Negócios Corporate da Vivo .
Migração será gradual Os clientes que já utilizam os serviços da Vivo serão migrados para a nova plataforma de forma planejada.
A mudança dependerá de homologação e autorização prévia, segundo a companhia.
A operação funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, com participação de analistas locais, centros globais de monitoramento do ecossistema internacional da Telefónica e equipes especializadas.
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