“Drogômetro” ainda não tem data para chegar às blitzes em MS
Os chamados “drogômetros”, equipamentos capazes de detectar drogas e outras substâncias psicoativas em motoristas, ainda não têm data para chegar às blitzes de Mato Grosso do Sul.
O Detran (Departamento Estadual de Trânsito) aguarda a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) definir e homologar os aparelhos que poderão ser utilizados no País.
Só depois dessa etapa, o órgão poderá iniciar o processo de aquisição.
O uso dos equipamentos é uma das novidades da resolução aprovada pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) na segunda-feira (17), que estabelece novas regras para a Lei Seca.
O Detran analisa o texto para identificar eventuais mudanças nos procedimentos adotados nas blitzes.
O órgão terá até 90 dias para fazer as adequações necessárias, mas a expectativa é concluir os ajustes antes.
Isso porque boa parte do protocolo previsto na norma já é utilizada em Mato Grosso do Sul.
É o caso do etilômetro passivo, empregado como ferramenta de triagem.
O aparelho identifica a presença de álcool no hálito sem que o motorista precise soprar em um bocal.
Se o resultado for positivo, o agente faz uma abordagem mais detalhada e oferece o teste no etilômetro convencional, responsável pela medição oficial da alcoolemia.
Conforme reportagem publicada pelo Campo Grande News na segunda-feira (17), a regulamentação também deixa mais claros os procedimentos em situações nas quais produtos como bombom de licor, pão de forma e enxaguante bucal possam deixar resíduos temporários de álcool na boca.
Nesses casos, o resultado do pré-teste, sozinho, não poderá ser usado para responsabilizar o motorista.
Outro procedimento adotado no Estado é a avaliação de sinais de alteração da capacidade psicomotora.
Conforme o manual utilizado pelo Detran, a identificação de dois ou mais sinais permite caracterizar a alteração e dar prosseguimento à autuação e, quando cabível, ao encaminhamento à autoridade policial.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.