Economist trata Lula como ‘azarão’ no 2º turno mais acirrado desde a redemocratização
A revista britânica The Economist destacou, em reportagem publicada na quarta-feira (25), que o segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) deve ser o mais disputado desde a redemocratização brasileira.
A publicação lembra que “nenhum candidato que perdeu o primeiro turno conseguiu, até hoje, vencer o segundo”, chamando o petista de “azarão” na disputa.
Flávio terminou a votação de 4 de outubro com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.
Na pesquisa Quaest divulgada ontem , o senador aparece com 45%, enquanto Lula soma 44%, estando ambos empatados dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Embora a rejeição a Flávio tenha recuado de 54% para 52%, um dos destaques da pesquisa foi a queda de seis pontos percentuais na rejeição de Lula, que saiu de 53% para 47%.
Segundo a Economist , Lula “se recusa a ser derrotado” e reagiu ao resultado do primeiro turno com uma série de medidas.
A revista cita o apoio à redução da maioridade penal para crimes graves, a vitória no Congresso pelo fim da escala 6×1 e a promessa de perdoar dívidas de pequenas empresas e de oferecer transporte público gratuito nos finais de semana.
O governo também reajustou o Bolsa Família e proibiu apostas esportivas no país.
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A revista pondera, entretanto, que os institutos brasileiros “têm falhado repetidamente em captar com precisão o sentimento da direita”.
Flávio também mudou de posição, de acordo com a Economist .
O senador votou a favor da redução da jornada de trabalho, logo após fazer duras críticas à proposta .
O candidato do PL também tem afirmado que a criminalidade disparou no terceiro mandato de Lula, mas o dado é contestado pela revista britânica, que aponta queda nos índices.
A Economist aponta que o senador ainda tem vantagem no ambiente digital.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.