Conta de luz: consumidor poderá escolher fornecedor de energia; mudança promete economia
Nova regulamentação vai permitir que consumidor escolha fornecedor de energia Novas regras do setor elétrico vão permitir que, em breve, todos os consumidores escolham o próprio fornecedor de energia.
Uma empresa de logística de São Bernardo do Campo (SP) pagava uma conta de eletricidade bem alta.
R$ 37 mil por mês, mas, há dois anos, passou a comprar energia no mercado aberto e a conta caiu quase 30%.
"Por mês, R$ 10 mil é uma economia gigantesca, R$ 120 mil por ano.
Realmente o mercado livre vale muito a pena", diz Milton Bigucci Junior, diretor técnico da construtora.
Em 2024, os grandes consumidores — indústrias, shoppings, empresas maiores — puderam deixar de comprar energia da distribuidora e passaram a negociar preços menores com comercializadoras de energia.
O pequeno consumidor vai poder fazer o mesmo.
A partir de novembro do ano que vem, lojas de rua, padarias, restaurantes e outras pequenas empresas vão ter o direito de escolher de quem vão comprar energia.
E em novembro de 2028, chega a nossa vez, os consumidores residenciais.
Antes de fazer planos, é bom entender as regras e como o serviço pode melhorar para o consumidor.
"Constantemente tá tendo bastante queda de energia, entendeu?", aponta Josilda Lima, auxiliar de limpeza.
Isso não deve mudar com a troca, porque a distribuição continuará a ser feita pela concessionária de cada cidade, com a infraestrutura que já existe.
O que muda é que empresas vão ser criadas para comprar a energia das geradoras e vender ao consumidor -- que pode contratar diretamente, cumprindo contrato de pelo menos 12 meses.
Funcionará de um jeito parecido com o mercado de telefonia no Brasil.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.