Fluminense parou de revelar jogadores da base com Zubeldía? Veja números
Trajetória de Zubeldía no Fluminense é marcada por altos e baixos Um dos principais temas abordados na passagem de Luis Zubeldía no comando do Fluminense foi o aproveitamento de jogadores das categorias de base.
O treinador, demitido na manhã desta quinta-feira, ficou marcado por não utilizar Riquelme Felipe, Wesley Natã e outras promessas que treinam com o elenco. + Riquelme, do Fluminense, deixa emoji de agradecimento em post de demissão de Zubeldía + Quem deve ser o novo treinador do Fluminense? Vote aqui! Para além do uso dessas peças, surge outro questionamento: o Fluminense parou de revelar jogadores de Xerém desde a chegada do técnico argentino? Zubeldía observa o treinamento do Fluminense Marcelo Gonçalves / Fluminense FC No período mais recente da história, entre 2021 e 2022, sob comando de Roger Machado, Marcão, Abel Braga e Fernando Diniz, o Fluminense chegou a utilizar 13 "Moleques de Xerém" no decorrer das temporadas, reforçando característica de lançar jogadores formados no clube.
Alguns deles, como André, Martinelli e John Kennedy, se mantiveram na equipe nos anos seguintes e participaram da conquista da Conmebol Libertadores.
Outros nomes como Luiz Henrique e Matheus Martins, campeões da Libertadores pelo Botafogo em 2024, também estiveram entre os jogadores mais utilizados no período e se tornaram vendas milionárias do clube.
Em 2024, após demissão de Fernando Diniz e chegada de Mano Menezes, foi a vez de Kauã Elias ser o herói.
O atacante, que já havia sido utilizado em algumas oportunidades no ano anterior, se consolidou sob comando de Mano, e foi um dos principais responsáveis por ajudar o Fluminense a escapar do rebaixamento no Brasileirão.
No começo de 2025, acabou vendido para o Shaktar Donetsk, da Ucrânia. kauã elias Thiago Ribeiro/AGIF Ainda sob comando de Mano Menezes, outros dois nomes ganharam força entre os profissionais: Riquelme Felipe e Isaque.
Visto como as maiores joias da Esquadrilha 07, a dupla foi lançada por Marcão no Campeonato Carioca e continuou ganhando oportunidades ao longo de 2025.
Isaque, também vendido ao Shaktar, não teve sequência, diferente de Riquelme, que chegou a ser utilizado também por Renato Gaúcho naquele mesmo ano.
Renato, inclusive, também foi responsável por dar oportunidades a Davi Schuindt e Júlio Fidelis.
O zagueiro e o lateral já haviam atuado com Marcão e Mano no Carioca e chegaram a ser titulares em jogos do Fluminense no Brasileirão sob comando de Portaluppi.
Wesley Natã, que fez sua estreia em um jogo da Copa Sul-Americana, também foi lançado pela comissão do treinador.
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