Motorista é parado na blitz de trânsito, ao ser requisitada a CNH ele mostra uma captura de tela salva na galeria e é questionado por agente, homem afirma que a imagem é igual ao documento exibido no aplicativo
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Uma captura de tela da CNH não equivale ao documento digital aberto no aplicativo oficial. Embora a imagem possa reproduzir nome, fotografia, categoria e validade, ela não oferece os mesmos recursos de autenticação. Durante a blitz, o agente pode rejeitar o print e consultar o sistema para verificar se o motorista está habilitado.
O motorista pode entregar a CNH física original ou abrir a versão eletrônica no aplicativo CNH do Brasil, antiga Carteira Digital de Trânsito. Depois de baixado, o documento fica disponível sem internet. Por isso, a falta de sinal não justifica depender exclusivamente de uma fotografia guardada na galeria.
Não. O aplicativo permite exportar uma cópia oficial da habilitação em PDF, com mecanismos de validação e assinatura digital. Esse arquivo é diferente de uma captura de tela comum. Sua autenticidade pode ser conferida, desde que o documento esteja completo e preserve os elementos eletrônicos gerados pelo sistema.
Mesmo assim, durante uma abordagem de trânsito, a opção mais segura é abrir a CNH digital no aplicativo ou apresentar a carteira física. Isso reduz dúvidas sobre manipulação, facilita a leitura do código e permite que o agente compare os dados com a pessoa que está dirigindo.
A apresentação da captura de tela não garante o cumprimento da obrigação de portar o documento. Porém, isso não significa que a multa será automática. O parágrafo 1º-A do artigo 159 do Código de Trânsito Brasileiro dispensa o porte quando a fiscalização consegue consultar o sistema informatizado e confirmar que o condutor está habilitado.
No caso descrito, o motorista está correto ao afirmar que a imagem pode parecer igual à tela do aplicativo. Essa semelhança, entretanto, não preserva necessariamente a autenticidade, a integridade e os recursos de validação da habilitação eletrônica oficial . O agente tem motivo para questionar o formato apresentado e realizar outras verificações.
Para evitar problemas, o condutor deve manter o documento baixado no aplicativo, testar o acesso offline e sair com bateria suficiente. Se a fiscalização puder consultar a base e confirmar a regularidade, a falta da carteira física pode ser dispensada. O print isolado, contudo, não deve ser tratado como substituto seguro da CNH.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.