Cliente que ignorou conselho de advogada e foi condenado: ex-mulher tinha admitido que começou a briga, diz advogada
Cliente ignora conselho de advogada em audiência Um homem que acabou sendo condenado após ignorar os conselhos da advogada tinha grande chance de ser absolvido porque a ex-mulher confessou, em depoimento, que teria iniciado as agressões e que o ex-companheiro havia apenas se defendido.
A mulher havia mencionado apenas um tapa, segundo a advogada de defesa Eliana Saldanha.
Cliente ignora conselho de advogada e conta detalhes de briga durante audiência: ‘Alma da advogada saindo do corpo’ No entanto, o cliente admitiu ter desferido três tapas no rosto da companheira após uma discussão.
Segundo a versão apresentada por ele, a mulher teria iniciado as agressões e avançado em sua direção portando uma chave de fenda, momento em que ele tentou contê-la e acabou revidando com agressão física.
"Ela me agrediu, eu tentei segurar ela.
Não consegui, ela pegou uma chave de fenda, veio para o meu lado e, realmente, eu dei três tapas na cara dela.
Ela foi dormir, foi para o quarto, eu fui para o sofá, ela dormiu de boa e, no outro dia, ela foi para a delegacia", explicou o cliente ao juiz. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ainda de acordo com o relato, após o episódio, ambos foram dormir em cômodos separados — ela no quarto e ele no sofá.
Na manhã seguinte, a mulher procurou a delegacia de polícia para registrar a ocorrência.
O caso repercutiu após o homem dar detalhes sobre a briga durante uma audiência por videoconferência da comarca de Maurilândia, na região sudoeste de Goiás (veja acima).
O vídeo foi publicado nas redes sociais pela advogada do caso, que brincou na legenda: "Alma da advogada saindo do corpo".
O homem foi condenado em regime aberto com pena branda e já respondia o processo em liberdade, segundo a advogada.
Cliente não segue recomendação de advogada e acaba condenado, em Goiás Arquivo pessoal/Eliana Saldanha Orientação ignorada Ao g1, a advogada contou que, antes da audiência, orientou o cliente, que respondia ao caso em liberdade, a ficar em silêncio durante a sessão, pois havia uma grande chance de que ele fosse absolvido.
Eliana explicou que a declaração da ex-mulher favorecia o réu, mas, ao desobedecer à orientação, o cliente acabou produzindo uma declaração contra si.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.