Marvel’s Wolverine é tão ruim assim? Não é perfeito, mas está longe de ser um desastre
Antes de começar o texto, é preciso falar do elefante na sala: nos últimos dias, Marvel’s Wolverine se tornou alvo de uma onda de críticas online que cresceu a um ponto onde ficou difícil separar o que é opinião legítima de birra, já me deixando com o pé atrás com o jogo antes mesmo de testar.
Felizmente, mesmo com algumas pequenas falhas, Wolverine não é o desastre que estão tentando parecer que é .
Depois de duas horas jogando Marvel’s Wolverine, tive uma perspectiva mais concreta do que tem circulado pelas redes sociais, concordando com alguns pontos.
Embora tenha sido um barulho alto por pouca coisa, o jogo parece que irá cumprir bem sua proposta.
Um arroz e feijão bem feito A build que jogamos é a mesma que foi testada há alguns dias por um grupo de jornalistas e cridadores de conteúdo, e é dividida em três partes: primeiro acompanhamos Logan, Mística e Dentes de Sabre invadindo uma instalação das Indústrias Trask para resgatar Nathaniel Essex, numa fase com bastante ação direta e que serve como introdução ao sistema de combate.
A segunda parte é uma batalha de chefe contra um Sentinela , enquanto a terceira se passa em Madripoor , com foco nas interações com a Equipe X e em combate contra A Mão.
Quem esperava algo parecido com o combate de Marvel’s Spider-Man irá se surpreender, já que a Insomniac foi em outra direção com Logan .
Os ataques se dividem assim: o Triângulo faz com que Wolverine avance sobre um inimigo à distância, funcionando como uma investida, que será completado com o Quadrado, que são os ataques básicos com possibilidade de combos, enquanto um dos gatilhos aciona um chute capaz de quebrar as defesas de inimigos mais protegidos.
O L1 funciona como o parry clássico: defesa no momento exato para um contra-ataque forte.
Após acumular um nível suficiente de Raiva, o L2 em combinação com X, Quadrado ou Triângulo desencadeia ataques devastadores.
Para localizar inimigos, Logan usa seu faro e audição, apontando a localização deles através das batidas do coração ou odor deixado como um rastro.
É inovador? Não, mas funciona muito bem dentro da proposta do jogo, que é essencialmente colocar o Logan despedaçando tudo que aparece pela frente como uma fera à solta.
O ataque de avanço com o Triângulo em especial é satisfatório, te fazendo usá-lo quase sempre que possível.
Além disso, o Medidor de Fúria adiciona uma diversão a mais: dependendo de quantos inimigos Logan elimina em sequência ou de eventos narrativos que o irritam dentro da missão, é possível ativar um especial em que ele literalmente entra em modo animal, semelhante com o sistema de raiva de X-Men Origins: Wolverine, mas aqui parece mais integrada ao ritmo do combate e menos como um bônus isolado.
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